Sérgio Chapelin apresenta último ‘Globo repórter’ nesta sexta: ‘Dever cumprido’
A voz e a presença inconfundível de Sérgio Chapelin como apresentador do “Globo repórter” nas noites de sexta-feira têm lugar garantido na memória do público e dos colegas de trabalho que acompanharam sua trajetória, há 26 anos. O apresentador, que participou da estreia do programa na década de 1970, encerra seu ciclo à frente da atração nesta sexta-feira, dia 27, falando sobre a natureza selvagem da região do Serengeti, na África. A partir do próximo dia 4 de outubro, o “Globo repórter” será apresentado por Glória Maria e Sandra Annenberg.
— Estive na maior parte dessa história primorosa do “Globo repórter”, e isso me deixa muito feliz. Da primeira fase do programa, mais documental, passando pela fase em que éramos mais factuais, até o momento atual, quando falamos sobre todos os assuntos. Saio com a sensação de dever cumprido — diz Chapelin, que começou a carreira no rádio e também apresentou o “Jornal Nacional”. — Minha trajetória na televisão era tudo o que eu poderia desejar na vida. Sou muito grato ao público e aos colegas por todo esse carinho e simpatia. Eu me sinto muito honrado.
Gloria Maria dividiu com Chapelin a apresentação de alguns programas do “Globo repórter” e falou com carinho sobre o colega.
— Chapelin faz parte da minha vida. Começamos praticamente juntos. Cheguei aqui três anos depois dele e nunca nos separamos. Agora, são duas apresentadoras, cada uma com a sua trajetória e experiência. Nós não podemos substituí-lo porque não tem como. Vamos fazer uma coisa diferente — afirma Gloria Maria.
Para Sandra Annenberg, será uma honra substituir uma de suas maiores referências na profissão:
— Quando comecei no jornalismo da Globo, em 1991, fui a primeira apresentadora do tempo do “Jornal Nacional” e era chamada toda noite pelo Sérgio e pelo Cid Moreira. Ele é uma inspiração e me sinto honrada. Na verdade, o Sérgio é insubstituível. A voz dele ficará para sempre ecoando nos nossos ouvidos.
— Estive na maior parte dessa história primorosa do “Globo repórter”, e isso me deixa muito feliz. Da primeira fase do programa, mais documental, passando pela fase em que éramos mais factuais, até o momento atual, quando falamos sobre todos os assuntos. Saio com a sensação de dever cumprido — diz Chapelin, que começou a carreira no rádio e também apresentou o “Jornal Nacional”. — Minha trajetória na televisão era tudo o que eu poderia desejar na vida. Sou muito grato ao público e aos colegas por todo esse carinho e simpatia. Eu me sinto muito honrado.
Gloria Maria dividiu com Chapelin a apresentação de alguns programas do “Globo repórter” e falou com carinho sobre o colega.
— Chapelin faz parte da minha vida. Começamos praticamente juntos. Cheguei aqui três anos depois dele e nunca nos separamos. Agora, são duas apresentadoras, cada uma com a sua trajetória e experiência. Nós não podemos substituí-lo porque não tem como. Vamos fazer uma coisa diferente — afirma Gloria Maria.
Para Sandra Annenberg, será uma honra substituir uma de suas maiores referências na profissão:
— Quando comecei no jornalismo da Globo, em 1991, fui a primeira apresentadora do tempo do “Jornal Nacional” e era chamada toda noite pelo Sérgio e pelo Cid Moreira. Ele é uma inspiração e me sinto honrada. Na verdade, o Sérgio é insubstituível. A voz dele ficará para sempre ecoando nos nossos ouvidos.
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