Paraguaios queimam bandeira do Brasil durante protesto
Um grupo de paraguaios que protestava contra o presidente Mário Abdo Benitez, na tarde desta quarta-feira (14), acusou o político de "traidor da pátria" e chegou a queimar uma bandeira do Brasil.
Os cerca de 2 mil camponeses que participaram da manifestação em Santa Rosa del Aguaray, que fica a cerca de 120 km da fronteira com o Brasil, exigiam a renúncia de Benítez por causa do escândalo do acordo da compra de energia da usina de Itaipu.
A bandeira brasileira foi queimada junto com um boneco que trazia uma foto do presidente. Segundo os manifestantes disseram ao jornal ABC, esse seria o tratamento adequado a um governante que "traiu seu país". Eles ameaçaram ocupar as ruas de Santa Rosa pelos próximos dias.
No início da semana, a oposição paraguaia convocou protestos em todo o país contra o presidente, que está prestes a completar um ano de mandato. O acordo com o Brasil já causou problemas e demissões no governo.
Acordo lesivo
A negociação bilateral sobre a compra de energia de Itaipu, assinado em maio em sigilo, estabelecia um cronograma de contratação até 2022, um ano antes do prazo para a renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu e foi denunciado pela oposição como lesivo aos interesses do país.
Por causa do escândalo, cinco integrantes do alto escalão do governo de Abdo Benítez renunciaram aos cargos, entre eles, o ministro de Relações Exteriores, Luis Alberto Castiglioni.
Os cerca de 2 mil camponeses que participaram da manifestação em Santa Rosa del Aguaray, que fica a cerca de 120 km da fronteira com o Brasil, exigiam a renúncia de Benítez por causa do escândalo do acordo da compra de energia da usina de Itaipu.
A bandeira brasileira foi queimada junto com um boneco que trazia uma foto do presidente. Segundo os manifestantes disseram ao jornal ABC, esse seria o tratamento adequado a um governante que "traiu seu país". Eles ameaçaram ocupar as ruas de Santa Rosa pelos próximos dias.
No início da semana, a oposição paraguaia convocou protestos em todo o país contra o presidente, que está prestes a completar um ano de mandato. O acordo com o Brasil já causou problemas e demissões no governo.
Acordo lesivo
A negociação bilateral sobre a compra de energia de Itaipu, assinado em maio em sigilo, estabelecia um cronograma de contratação até 2022, um ano antes do prazo para a renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu e foi denunciado pela oposição como lesivo aos interesses do país.
Por causa do escândalo, cinco integrantes do alto escalão do governo de Abdo Benítez renunciaram aos cargos, entre eles, o ministro de Relações Exteriores, Luis Alberto Castiglioni.
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