Fiscalizacão lavra dois autos de infração contra maternidade, em AL
A força-tarefa da Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (FPI do São Francisco) lavrou, nessa quinta-feira, 8, dois autos de infração, no valor aproximado de R$15 mil. Dessa vez o alvo foi a Casa Maternal Leonor Paes Ferro, localizada em Minador do Negrão, Sertão alagoano.
Durante a vistoria foi descoberto que a unidade funcionava sem a licença ambiental de operação. Além disso, os resíduos de serviço de saúde estavam armazenados de forma incorreta, de acordo com que estabelece a legislação.
Também foram observados problemas na parte estrutural: havia infiltrações e fungos nas paredes, o prédio não dispunha de extintores de incêndio e de material para esterilização e os produtos de limpeza, de uso doméstico, estavam sendo utilizados de forma inadequada.
Os fiscais também constataram a ausência de um Projeto contra Incêndio e Pânico, de um Programa de Gerenciamento dos Resíduos do Serviço de Saúde (PGRSS) e de um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais).
A coordenação da equipe Centros de Saúde garantiu que, apesar dos flagrantes de irregularidades, foram observados avanços desde a última visita, em 2015.
"A unidade contratou empresa especializada para destinação e transporte dos resíduos de serviço de saúde e interromperam a incineração de produtos contaminados", explicou o coordenador, tenente Wenderson Viana.
Durante a vistoria foi descoberto que a unidade funcionava sem a licença ambiental de operação. Além disso, os resíduos de serviço de saúde estavam armazenados de forma incorreta, de acordo com que estabelece a legislação.
Também foram observados problemas na parte estrutural: havia infiltrações e fungos nas paredes, o prédio não dispunha de extintores de incêndio e de material para esterilização e os produtos de limpeza, de uso doméstico, estavam sendo utilizados de forma inadequada.
Os fiscais também constataram a ausência de um Projeto contra Incêndio e Pânico, de um Programa de Gerenciamento dos Resíduos do Serviço de Saúde (PGRSS) e de um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais).
A coordenação da equipe Centros de Saúde garantiu que, apesar dos flagrantes de irregularidades, foram observados avanços desde a última visita, em 2015.
"A unidade contratou empresa especializada para destinação e transporte dos resíduos de serviço de saúde e interromperam a incineração de produtos contaminados", explicou o coordenador, tenente Wenderson Viana.
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