Justiça decreta prisão de suspeito de agredir idoso até a morte em Olho d’Água das Flores
A Justiça decretou a prisão do suspeito de agredir até a morte o idoso Gildo Maximino de Carvalho, de 72 anos, em Olho d’Água das Flores, no Sertão de Alagoas. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (1°) pela Delegacia Regional de Santa do Ipanema, que investiga o crime.
O pedido de prisão foi solicitado pelo delegado Hugo Vasconcelos.
José Antônio de Jesus da Silva continua foragido. Agora existem dois mandados em aberto contra ele, um pela morte do idoso e, outro por crime de feminicídio cometido em São Paulo contra a auxiliar de enfermagem Lucilene dos Santos Silva, 43, com que vivia há dois anos.
O idoso foi morto na madrugada do dia 26 de julho com chutes e socos, no centro da cidade alagoana. Toda a agressão foi registrada por uma câmera do circuito de segurança. O suspeito usava o nome falso de "Alex" em Alagoas.
O filho da vítima, Flávio Carvalho, cobrou a prisão de Silva em entrevista nessa quarta-feira (31). “Queremos atenção neste caso não só por conta da violência e covardia como meu pai foi morto, mas sim, também, porque esse mostro não poderia estar solto. No mesmo dia que ele matou meu pai, horas antes ele agrediu três policiais na cidade, que o prenderam e depois o soltaram, mesmo depois dos desacatos e das agressões”.
A Polícia Civil afirma que conta com apoio da PM nas buscas por Silva.
O pedido de prisão foi solicitado pelo delegado Hugo Vasconcelos.
José Antônio de Jesus da Silva continua foragido. Agora existem dois mandados em aberto contra ele, um pela morte do idoso e, outro por crime de feminicídio cometido em São Paulo contra a auxiliar de enfermagem Lucilene dos Santos Silva, 43, com que vivia há dois anos.
O idoso foi morto na madrugada do dia 26 de julho com chutes e socos, no centro da cidade alagoana. Toda a agressão foi registrada por uma câmera do circuito de segurança. O suspeito usava o nome falso de "Alex" em Alagoas.
O filho da vítima, Flávio Carvalho, cobrou a prisão de Silva em entrevista nessa quarta-feira (31). “Queremos atenção neste caso não só por conta da violência e covardia como meu pai foi morto, mas sim, também, porque esse mostro não poderia estar solto. No mesmo dia que ele matou meu pai, horas antes ele agrediu três policiais na cidade, que o prenderam e depois o soltaram, mesmo depois dos desacatos e das agressões”.
A Polícia Civil afirma que conta com apoio da PM nas buscas por Silva.
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