Após suspensão de vacina antirrábica, município orienta população em caso de mordidas de animais
Após publicação de ofício elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), emitido aos municípios alagoanos, que comunica sobre o desabastecimento do soro antirrábico (SAR) no país, a Prefeitura de Arapiraca, através da Secretaria Municipal de Saúde, reforça o trabalho educativo de orientação aos profissionais de saúde e à população sobre a adoção de medidas para evitar a contaminação pela raiva animal.
A raiva animal é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais. Entre as orientações direcionadas à população: evitar a manipulação de animais suspeitos com a doença, (caídos e/ou com sintomas de paralisia, agressividade e salivação intensa, entre outras) ou com sinais de agressão, que são as feridas no corpo dos animais.
De acordo com Ana Lúcia Lima, coordenadora do Departamento de Vigilância Epidemiológica de Arapiraca, a atenção voltada para o problema é ampliado, a partir da notificação da Sesau sobre a confirmação de resultados positivos para raiva animal.
Registro de casos
De acordo com dados da Superintendência de Vigilância em Saúde da Sesau, em 2019, Alagoas já registra a confirmação de 10 casos de raiva animal, nos municípios de Quebrangulo, Penedo, Campo Grande, Palmeira dos índios, Piaçabuçu, Viçosa e Chã Preta.
“Apesar de Arapiraca não estar incluída na lista com registro de animais com a doença, em decorrência dessa situação de desabastecimento de soro e redução do quantitativo de vacina antirrábica faz-se necessário alertar a população e também os profissionais de saúde que devem adotar as medidas preconizadas no protocolo de profilaxia antirrábica”, explicou Ana Lúcia Lima.
Procedimentos
Entre as medidas, durante o atendimento de pessoas agredidas, mordeduras ou arranhaduras por animais (cães, gatos, morcegos, bovinos, caprinos, entre outros), a orientação, em especial, é de lavar o local do ferimento.
Em Arapiraca, a unidade de referência é o Hospital de Emergência Daniel Houly (HEDH), que também atende aos municípios da 2ª macrorregião de saúde. Ana Lúcia Lima explica que, quando for necessário a administração do soro, as unidades de saúde comunicam ao Departamento Municipal de Vigilância Epidemiológica, que entra em contato com o HEDH, quem faz a solicitação e informa data da chegada do soro. “Porém, nesse caso, o paciente já deve iniciar o esquema de vacinação na UBS próximo da sua residência, enquanto aguarda o soro”, completa.
A raiva animal é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais. Entre as orientações direcionadas à população: evitar a manipulação de animais suspeitos com a doença, (caídos e/ou com sintomas de paralisia, agressividade e salivação intensa, entre outras) ou com sinais de agressão, que são as feridas no corpo dos animais.
De acordo com Ana Lúcia Lima, coordenadora do Departamento de Vigilância Epidemiológica de Arapiraca, a atenção voltada para o problema é ampliado, a partir da notificação da Sesau sobre a confirmação de resultados positivos para raiva animal.
Registro de casos
De acordo com dados da Superintendência de Vigilância em Saúde da Sesau, em 2019, Alagoas já registra a confirmação de 10 casos de raiva animal, nos municípios de Quebrangulo, Penedo, Campo Grande, Palmeira dos índios, Piaçabuçu, Viçosa e Chã Preta.
“Apesar de Arapiraca não estar incluída na lista com registro de animais com a doença, em decorrência dessa situação de desabastecimento de soro e redução do quantitativo de vacina antirrábica faz-se necessário alertar a população e também os profissionais de saúde que devem adotar as medidas preconizadas no protocolo de profilaxia antirrábica”, explicou Ana Lúcia Lima.
Procedimentos
Entre as medidas, durante o atendimento de pessoas agredidas, mordeduras ou arranhaduras por animais (cães, gatos, morcegos, bovinos, caprinos, entre outros), a orientação, em especial, é de lavar o local do ferimento.
Em Arapiraca, a unidade de referência é o Hospital de Emergência Daniel Houly (HEDH), que também atende aos municípios da 2ª macrorregião de saúde. Ana Lúcia Lima explica que, quando for necessário a administração do soro, as unidades de saúde comunicam ao Departamento Municipal de Vigilância Epidemiológica, que entra em contato com o HEDH, quem faz a solicitação e informa data da chegada do soro. “Porém, nesse caso, o paciente já deve iniciar o esquema de vacinação na UBS próximo da sua residência, enquanto aguarda o soro”, completa.
Últimas Notícias
Cidades
Carregador de 24 anos é assassinado a tiros no Mercado da Produção, em Maceió
Brasil / Mundo
Raphinha é cortado da Seleção e não viaja para amistoso com a Índia
Política em Pauta
Renan Filho supera JHC mais uma vez e domina debate na Globo
Cidades
Mulher é agredida pelo companheiro durante discussão na zona rural de Limoeiro de Anadia
Arapiraca
Homem é agredido enquanto dormia após discussão em Arapiraca
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Ministro dos Transportes vistoria obras do VLT em Arapiraca
TV JÁ É
Julgamento de escultor, em Arapiraca
TV JÁ É
Prefeitura entrega óculos em Arapiraca
TV JÁ É

