Irmãos acusados de vender iPhones clandestinamente se entregam em Maceió
Dois irmãos acusados da venda clandestina de iPhones se entregaram, nesta quarta-feira (10), e foram presos em Maceió. Eles são investigados na Operação Fruto Proibido, do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), que conseguiu na Justiça a ordem de prisão de 18 pessoas acusadas de envolvimento no esquema criminoso.
A Operação foi deflagrada ontem, terça-feira (9). Na ocasião, o Gaesf, grupo ligado ao Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL), conseguiu prender 14 pessoas. Com a apresentação dos irmãos nesta manhã, outras duas pessoas continuam foragidas.
Além de Alagoas, as buscas aconteceram em São Paulo e Goiás. Diversos iPhones foram apreendidos ainda lacrados, nas caixas e sem nota fiscal.
Segundo o MP/AL, um dos irmãos presos estava à frente de duas lojas investigadas na operação e o outro trabalhava com ele, auxiliando na venda e entrega dos equipamentos sem nota fiscal.
A promotoria avalia que o esquema criminoso provocou um prejuízo de R$ 10 milhões aos cofres públicos.
Os smartphones e as demais mercadorias novas ficarão sob a custódia da Secretaria da Fazenda de Alagoas (Sefaz). Já os celulares e notebooks dos presos serão periciados e a documentação recolhida subsidiar as investigações do Gaesf.
Os presos vão responder por organização criminosa, fraude e lavagem de dinheiro.
A Operação foi deflagrada ontem, terça-feira (9). Na ocasião, o Gaesf, grupo ligado ao Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL), conseguiu prender 14 pessoas. Com a apresentação dos irmãos nesta manhã, outras duas pessoas continuam foragidas.
Além de Alagoas, as buscas aconteceram em São Paulo e Goiás. Diversos iPhones foram apreendidos ainda lacrados, nas caixas e sem nota fiscal.
Segundo o MP/AL, um dos irmãos presos estava à frente de duas lojas investigadas na operação e o outro trabalhava com ele, auxiliando na venda e entrega dos equipamentos sem nota fiscal.
A promotoria avalia que o esquema criminoso provocou um prejuízo de R$ 10 milhões aos cofres públicos.
Os smartphones e as demais mercadorias novas ficarão sob a custódia da Secretaria da Fazenda de Alagoas (Sefaz). Já os celulares e notebooks dos presos serão periciados e a documentação recolhida subsidiar as investigações do Gaesf.
Os presos vão responder por organização criminosa, fraude e lavagem de dinheiro.
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