Proprietárias da ONG Pata Voluntária são presas suspeitas de fraude em Maceió
As proprietárias da ONG Pata Voluntária, que fazem trabalho de acolhimento de animais abandonados em Maceió, foram presas, na tarde desta sexta-feira (5), suspeitas de fraude para conseguir dinheiro de internautas. A informação foi confirmada ao G1 pelo delegado Leonam Pinheiro.
A reportagem tenta contato com a defesa das suspeitas.
Na quinta-feira (4), o perfil da ONG nas redes sociais, que tem 1,5 milhão de seguidores, postou um pedido de ajuda, relatando um assalto sofrido no abrigo. No post, foi citado o episódio de assédio e agressão.
"Estamos em pânico, com medo, sem forças pra nada, mas infelizmente não temos a opção de parar pra nos recuperar, temos que lutar pelos animais que resgatamos, pois eles não têm mais ninguém no mundo a não ser nós aqui e vocês. Os animais estão sem nada e não temos de onde tirar, o que tem na sede principal só dá para os animais doentes, estamos desesperadas. Por misericórdia imploramos que ajudem", diz trecho do post.
Nesta manhã, a ONG fez um novo post com a foto de dois Boletins de Ocorrência, feitos em Maceió e em Messias, e um pedido de desculpas pela demora em registrar o crime. "Ontem ainda estávamos completamente em choque pelo trauma que passamos, pois não foi apenas um roubo, fomos humilhadas e agredidas".
No mesmo post, a ONG agradece aos delegados Leonam Pinheiro e Bruno Lima, este último também deputado estadual de São Paulo, além do procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, pelo apoio dado na ocasião.
Contudo, horas depois, uma nova mensagem foi postada no perfil da ONG. "Peço a todos que parem de doar. Infelizmente, descobrimos que não houve crime algum. Trata-se de uma fraude".
A mensagem é assinada pelos delegados Leonam Pinheiro, Fábio Costa e Thiago Prado.
Além da frase, também foi gravado um vídeo que mostra o local onde deveria funcionar a ONG.
"Aqui supostamente seria a sede do abrigo. Nós encontramos fechada, do jeito que estou mostrando, não tem absolutamente nada, nem estrutura, muito menos animais, está totalmente abandonada. Aqui é o local onde supostamente teria acontecido o assalto, onde elas foram assediadas, onde estariam os animais", diz o autor do vídeo, um dos delegados.
A Polícia Civil ainda não deu detalhes da investigação e informou que as suspeitas estão prestando depoimento na sede da Divisão Especial de Investigação de Capturas (Deic) sobre o caso, em Maceió.
A reportagem tenta contato com a defesa das suspeitas.
Na quinta-feira (4), o perfil da ONG nas redes sociais, que tem 1,5 milhão de seguidores, postou um pedido de ajuda, relatando um assalto sofrido no abrigo. No post, foi citado o episódio de assédio e agressão.
"Estamos em pânico, com medo, sem forças pra nada, mas infelizmente não temos a opção de parar pra nos recuperar, temos que lutar pelos animais que resgatamos, pois eles não têm mais ninguém no mundo a não ser nós aqui e vocês. Os animais estão sem nada e não temos de onde tirar, o que tem na sede principal só dá para os animais doentes, estamos desesperadas. Por misericórdia imploramos que ajudem", diz trecho do post.
Nesta manhã, a ONG fez um novo post com a foto de dois Boletins de Ocorrência, feitos em Maceió e em Messias, e um pedido de desculpas pela demora em registrar o crime. "Ontem ainda estávamos completamente em choque pelo trauma que passamos, pois não foi apenas um roubo, fomos humilhadas e agredidas".
No mesmo post, a ONG agradece aos delegados Leonam Pinheiro e Bruno Lima, este último também deputado estadual de São Paulo, além do procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, pelo apoio dado na ocasião.
Contudo, horas depois, uma nova mensagem foi postada no perfil da ONG. "Peço a todos que parem de doar. Infelizmente, descobrimos que não houve crime algum. Trata-se de uma fraude".
A mensagem é assinada pelos delegados Leonam Pinheiro, Fábio Costa e Thiago Prado.
Além da frase, também foi gravado um vídeo que mostra o local onde deveria funcionar a ONG.
"Aqui supostamente seria a sede do abrigo. Nós encontramos fechada, do jeito que estou mostrando, não tem absolutamente nada, nem estrutura, muito menos animais, está totalmente abandonada. Aqui é o local onde supostamente teria acontecido o assalto, onde elas foram assediadas, onde estariam os animais", diz o autor do vídeo, um dos delegados.
A Polícia Civil ainda não deu detalhes da investigação e informou que as suspeitas estão prestando depoimento na sede da Divisão Especial de Investigação de Capturas (Deic) sobre o caso, em Maceió.
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