Após assembleia, jornalistas de Alagoas decidem manter greve geral
Os jornalistas dos três maiores grupos de comunicação de Alagoas, Organização Arnon de Mello (TV Gazeta, G1, Gazetaweb), Pajuçara Sistema de Comunicação (TV Pajuçara e TNH1) e Sistema Opinião (TV Ponta Verde e OP9), decidiram rejeitar a proposta de mediação feita pelo Ministério Público do Trabalho de Alagoas (MPT/AL), por discordar de pontos do acordo. A decisão foi tomada em assembleia realizada na noite dessa quinta-feira (27).
Para os jornalistas, a proposta de criação de três níveis salariais, que só seria apresentada pelas empresas após 30 dias de "estudo de viabilidade", e a estabilidade de seis meses para os trabalhadores grevistas, representa uma ameaça de demissão coletiva.
"A categoria entendeu que aceitar essa proposta é aceitar um aviso prévio de seis meses, além de não ficar clara a posição das empresas sobre uma das principais reivindicações da categoria, que é evitar qualquer tipo de redução salarial", afirmou o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal), Isaías Barbosa.
A categoria está em greve desde terça-feira (25), realizando protestos em frente as três empresas. Ontem, os profissionais concentraram o ato, com apresentações artísticas, na porta da TV Ponta Verde e na manhã de hoje o grupo se concentra em frente à TV Pajuçara, que anunciou durante a audiência de mediação do MPT-AL a intenção de encerrar um dos telejornais da emissora, o que coloca em risco pelo menos 12 profissionais.
O protesto dos jornalistas teve início após as empresas se negarem a desistir de uma redução de 40% do piso salarial da categoria. O movimento ganhou visibilidade nacional, alcançando o primeiro lugar no Trending Topics do Twitter e o apoio de influenciadores digitais, como Virei Jornalista, Mídia Ninja, Jornalistas Livres, entre outros.
Para os jornalistas, a proposta de criação de três níveis salariais, que só seria apresentada pelas empresas após 30 dias de "estudo de viabilidade", e a estabilidade de seis meses para os trabalhadores grevistas, representa uma ameaça de demissão coletiva.
"A categoria entendeu que aceitar essa proposta é aceitar um aviso prévio de seis meses, além de não ficar clara a posição das empresas sobre uma das principais reivindicações da categoria, que é evitar qualquer tipo de redução salarial", afirmou o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal), Isaías Barbosa.
A categoria está em greve desde terça-feira (25), realizando protestos em frente as três empresas. Ontem, os profissionais concentraram o ato, com apresentações artísticas, na porta da TV Ponta Verde e na manhã de hoje o grupo se concentra em frente à TV Pajuçara, que anunciou durante a audiência de mediação do MPT-AL a intenção de encerrar um dos telejornais da emissora, o que coloca em risco pelo menos 12 profissionais.
O protesto dos jornalistas teve início após as empresas se negarem a desistir de uma redução de 40% do piso salarial da categoria. O movimento ganhou visibilidade nacional, alcançando o primeiro lugar no Trending Topics do Twitter e o apoio de influenciadores digitais, como Virei Jornalista, Mídia Ninja, Jornalistas Livres, entre outros.
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