Policiais Civis participam de paralisação de 24h dos profissionais das Forças de Segurança
Terça-feira (25) é dia nacional de paralisação das Forças de Segurança contra a reforma da Previdência, PEC 06/2019. O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) convoca a categoria para ato público na Praça Centenário, no Farol, a partir das 9 horas, na terça-feira (25), que ocorrerá juntamente com policiais federais, policiais rodoviários federais, guardas municipais, agentes penitenciários e aposentados.
A mobilização está sendo realizada pelo Sindpol, Sindicato dos Policiais Federais de Alagoas (Sinpofal), Associação Nacional dos Policiais Federais Aposentados e Pensionistas (Anapf), Sindicato dos Guardas Municipais (Sindguarda), Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais (Sinprf) e Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen).
A paralisação nacional de 24 horas dos profissionais da Segurança Pública foi convocada em todo o país pela União dos Policiais do Brasil (UPB) e deliberada pelas categorias contra a reforma da Previdência que retira direitos previdenciários das categorias.
A reforma prejudica os profissionais com a implantação da idade mínima de 55 anos para aposentadoria, fim da aposentadoria especial, aumento da alíquota previdenciária de 11% para 14%, podendo chegar a 22%, corte 50% da pensão por morte e não reconhecimento da atividade de risco, da integralidade e paridade aos guardas municipais e demais categorias.
A mobilização está sendo realizada pelo Sindpol, Sindicato dos Policiais Federais de Alagoas (Sinpofal), Associação Nacional dos Policiais Federais Aposentados e Pensionistas (Anapf), Sindicato dos Guardas Municipais (Sindguarda), Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais (Sinprf) e Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen).
A paralisação nacional de 24 horas dos profissionais da Segurança Pública foi convocada em todo o país pela União dos Policiais do Brasil (UPB) e deliberada pelas categorias contra a reforma da Previdência que retira direitos previdenciários das categorias.
A reforma prejudica os profissionais com a implantação da idade mínima de 55 anos para aposentadoria, fim da aposentadoria especial, aumento da alíquota previdenciária de 11% para 14%, podendo chegar a 22%, corte 50% da pensão por morte e não reconhecimento da atividade de risco, da integralidade e paridade aos guardas municipais e demais categorias.
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