Sindjus Alagoas promove ato público em frente ao TRT nesta sexta-feira (14), em Maceió
O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (Sindjus-AL), em nota, anunciou que vai participar da Greve Geral, nesta sexta-feira (14), com a realização de ato público e café da manhã em frente ao prédio das Varas do Trabalho, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Maceió.
A mobilização faz parte das atividades da greve geral em todo o país contra a reforma da Previdência, PEC 06/2019, e em defesa das aposentadorias e das pensões.
O coordenador Geral do Sindjus-AL, Paulo Falcão ressaltou que a greve geral é importante e que ser contra a PEC 06/2019 é porque a medida destrói a Previdência Pública, Social e Solidária no que institui o modelo de capitalização.
Conforme Paulo Falcão, as medidas do governo federal quer beneficiar algumas categorias, como os banqueiros e grandes empresários e alega que a reforma vai "empobrecer as pessoas que contribuíram para a Previdência Pública ao longo dos anos e de suas jornadas de trabalho" e, que, "em decorrência disso, possivelmente, deixarão de se aposentar. Caso venha se aposentar, terão os valores dos seus proventos reduzidos", acrescentou.
"É preciso da participação de todos para barrar essa reforma, como qualquer outro projeto de retirada de direitos da classe trabalhadora, que seja enviado ao Congresso Nacional por esse governo que atende a ultra direita", alertou Paulo Falcão.
Os servidores do Judiciário vão ficar em frente ao prédio das Varas do Trabalho até às 15 horas desta sexta, para depois participar do grande ato público unificado na Praça Centenário, com todas as categorias dos serviços público e privado, movimentos sociais e estudantis.
A mobilização faz parte das atividades da greve geral em todo o país contra a reforma da Previdência, PEC 06/2019, e em defesa das aposentadorias e das pensões.
O coordenador Geral do Sindjus-AL, Paulo Falcão ressaltou que a greve geral é importante e que ser contra a PEC 06/2019 é porque a medida destrói a Previdência Pública, Social e Solidária no que institui o modelo de capitalização.
Conforme Paulo Falcão, as medidas do governo federal quer beneficiar algumas categorias, como os banqueiros e grandes empresários e alega que a reforma vai "empobrecer as pessoas que contribuíram para a Previdência Pública ao longo dos anos e de suas jornadas de trabalho" e, que, "em decorrência disso, possivelmente, deixarão de se aposentar. Caso venha se aposentar, terão os valores dos seus proventos reduzidos", acrescentou.
"É preciso da participação de todos para barrar essa reforma, como qualquer outro projeto de retirada de direitos da classe trabalhadora, que seja enviado ao Congresso Nacional por esse governo que atende a ultra direita", alertou Paulo Falcão.
Os servidores do Judiciário vão ficar em frente ao prédio das Varas do Trabalho até às 15 horas desta sexta, para depois participar do grande ato público unificado na Praça Centenário, com todas as categorias dos serviços público e privado, movimentos sociais e estudantis.
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