Estádio Rei Pelé volta a vender bebidas alcoólicas em jogos a partir de hoje
Foi uma década de uma separação nada estável. E, com a proximidade da semana dos namorados, o governador Renan Filho "atacou de cupido" e fez retomar uma relação em que o Estádio Rei Pelé deixou de ser cenário desde a temporada 2008: futebol e cerveja. O jogo CRB x América-MG, neste sábado (8), pela Série B, abre a contagem para os apaixonados pela cevada. Neste domingo (9), é a vez do torcedor azulino "tomar uma" assistindo CSA x Botafogo, pela Série A.
Futebol sem cerveja, para muitos um pecado capital. Em Alagoas, o martírio afastou aqueles torcedores que precisavam sentir a cevada descendo na goela enquanto o seu time atacava, ou então, era atacado. "Eu não conseguia ficar sem a bebida durante os jogos do meu CRB. Até tentei, fui algumas vezes, porém, preferi assistir no conforto da minha casa, cerveja na geladeira e segurança garantida", disse Carlos Santana, psicólogo, 42.
Em contrapartida, mesmo não podendo beber dentro do Rei Pelé, o azulino Dhiego Simões não deixou de comparecer, apesar de estar de "bico seco" durante os 90 minutos de jogo. "Mesmo com a proibição, eu sempre que posso vou ao Trapichão porque a emoção de assistir a um jogo no estádio é diferenciada", garantiu o professor de 31 anos.
A realidade é que o futebol, de fato, sempre esteve muito ligado culturalmente ao consumo de álcool, sobretudo de cerveja. Na Inglaterra, em 1863, o esporte foi discutido e oficializado dentro de um bar. No Freemason's Tavern, em Londres, 11 representantes dos clubes ingleses discutiram regras e fundaram a Federação Inglesa. Desde então, sempre "desceu melhor" a unificação da cerveja com o esporte mais popular do mundo.
Futebol sem cerveja, para muitos um pecado capital. Em Alagoas, o martírio afastou aqueles torcedores que precisavam sentir a cevada descendo na goela enquanto o seu time atacava, ou então, era atacado. "Eu não conseguia ficar sem a bebida durante os jogos do meu CRB. Até tentei, fui algumas vezes, porém, preferi assistir no conforto da minha casa, cerveja na geladeira e segurança garantida", disse Carlos Santana, psicólogo, 42.
Em contrapartida, mesmo não podendo beber dentro do Rei Pelé, o azulino Dhiego Simões não deixou de comparecer, apesar de estar de "bico seco" durante os 90 minutos de jogo. "Mesmo com a proibição, eu sempre que posso vou ao Trapichão porque a emoção de assistir a um jogo no estádio é diferenciada", garantiu o professor de 31 anos.
A realidade é que o futebol, de fato, sempre esteve muito ligado culturalmente ao consumo de álcool, sobretudo de cerveja. Na Inglaterra, em 1863, o esporte foi discutido e oficializado dentro de um bar. No Freemason's Tavern, em Londres, 11 representantes dos clubes ingleses discutiram regras e fundaram a Federação Inglesa. Desde então, sempre "desceu melhor" a unificação da cerveja com o esporte mais popular do mundo.
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