Pai de garoto assassinado em Arapiraca diz que se sente culpado pela morte do filho
O pai do menino José Marcos Vinícius Silva Falcão, morto com um tiro no peito dentro de casa, em Arapiraca, Agreste de Alagoas, lamentou a morte do filho e disse que se sente culpado.
Josival Falcão acredita que o crime pode ter relação com o envolvimento dele em “caminhos errados”, anos atrás. Ele contou à reportagem da TV Pajuçara que encontrou o filho ainda vivo, agonizando na sala de casa. “Essa culpa, essa dor, eu vou levar pro resto da minha vida”, disse o pai do garoto, ainda muito abalado.
A família do pedreiro estava em casa quando quatro homens chegaram em um carro branco e bateram na porta. Ao perceber que estavam armados e a sua procura, Josival fugiu pelo quintal. O filho de 8 anos, José Marcos, estava no quintal e resolveu entrar para saber o que estava acontecendo. Ele foi atingido por um tiro no peito e morreu antes da chegada do socorro.
“Ainda pedi: não morra não que eu estou aqui, fique com o painho”, relata Josival. “Ele se abraçou no meu pescoço e ainda tentou falar alguma coisa, mas não deu tempo”, lamentou.
“Já fui preso há muitos anos por tráfico e cumpri minha pena. Hoje faço bicos como pedreiro”, explicou. “Mataram meu filho por perversidade”, desabafou.
Josival Falcão acredita que o crime pode ter relação com o envolvimento dele em “caminhos errados”, anos atrás. Ele contou à reportagem da TV Pajuçara que encontrou o filho ainda vivo, agonizando na sala de casa. “Essa culpa, essa dor, eu vou levar pro resto da minha vida”, disse o pai do garoto, ainda muito abalado.
A família do pedreiro estava em casa quando quatro homens chegaram em um carro branco e bateram na porta. Ao perceber que estavam armados e a sua procura, Josival fugiu pelo quintal. O filho de 8 anos, José Marcos, estava no quintal e resolveu entrar para saber o que estava acontecendo. Ele foi atingido por um tiro no peito e morreu antes da chegada do socorro.
“Ainda pedi: não morra não que eu estou aqui, fique com o painho”, relata Josival. “Ele se abraçou no meu pescoço e ainda tentou falar alguma coisa, mas não deu tempo”, lamentou.
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