Hospital Regional registra aumento de 200% em casos de Zika e Chikungunya
Febre, dor nas articulações, dor de cabeça e manchas pelo corpo são alguns dos sintomas presentes em doenças como a Zika e Chikungunya, transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti (mesmo transmissor da dengue), e que tiveram número de casos suspeitos aumentados durante abril em Arapiraca.
O levantamento foi feito pelo Núcleo de Epidemiologia do Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho. Os dados revelam aumento de 228% nos casos de suspeita para Chikungunya e 200% de Zika. Já os casos de dengue foram ampliados em 46%. Os números são comparados com o mês de março.
Ao todo, foram registradas 538 pessoas com suspeita do vírus da Dengue - sendo que quatro delas foram internadas. Outras 46 foram diagnosticadas para investigação de Chikungunya e 06 para a Zika. Os dados também deverão crescer no mês de maio, segundo alerta do próprio hospital.
“É um sinal de preocupação, pois se trata de um vírus que pode até matar. O hospital tem feito sua parte, mas precisamos ser conscientes quanto a importância de ações de divulgação e prevenção no combate ao mosquito”, explicou Ulisses Pereira, diretor médico do HR.
Ao todo, no mês de abril o número de atendimentos no ambulatório adulto e pediátrico do hospital cresceu 27%. “Realizamos mais de 14 mil intervenções simples e complexas. Sabemos que somos a única porta de entrada para população, mas é algo muito superior ao que a nossa demanda suporta”, comentou Pereira.
O levantamento foi feito pelo Núcleo de Epidemiologia do Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho. Os dados revelam aumento de 228% nos casos de suspeita para Chikungunya e 200% de Zika. Já os casos de dengue foram ampliados em 46%. Os números são comparados com o mês de março.
Ao todo, foram registradas 538 pessoas com suspeita do vírus da Dengue - sendo que quatro delas foram internadas. Outras 46 foram diagnosticadas para investigação de Chikungunya e 06 para a Zika. Os dados também deverão crescer no mês de maio, segundo alerta do próprio hospital.
“É um sinal de preocupação, pois se trata de um vírus que pode até matar. O hospital tem feito sua parte, mas precisamos ser conscientes quanto a importância de ações de divulgação e prevenção no combate ao mosquito”, explicou Ulisses Pereira, diretor médico do HR.
Ao todo, no mês de abril o número de atendimentos no ambulatório adulto e pediátrico do hospital cresceu 27%. “Realizamos mais de 14 mil intervenções simples e complexas. Sabemos que somos a única porta de entrada para população, mas é algo muito superior ao que a nossa demanda suporta”, comentou Pereira.
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