Aumento no número de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti preocupa arapiraquenses
O número de casos de dengue aumentou e está preocupando os moradores de Arapiraca. Uma foto enviada por um leitor do Portal Já é Notícia mostra a situação em um dos hospitais da cidade. Segundo ele, a maioria dos casos era de dengue e está preocupado com a situação.
Vários fatores podem explicar o aumento no número de doentes, como as temperaturas altas, as chuvas e a falta de consciência dos moradores na hora de cuidar dos terrenos, o que cria um ambiente propício para a proliferação do Aedes aegypti tanto em água limpa quanto em suja.
Em abril, foram registrados 273 casos de Dengue notificados no Hospital Regional de Arapiraca, um aumento de 23% no número de casos em comparação ao mês anterior, além de 14 registros de Chikungunya, um aumento de 1.400% e dois casos de Zika Vírus, um aumento de 100% no número de casos em comparação ao mês anterior. As informações são da assessoria da unidade.
Em entrevista ao programa NN Entrevista, da Rádio Novo Nordeste, o secretário de Saúde do Município, Glifson Magalhães, falou sobre os mutirões de combate ao Aedes Aegypti, que estão acontecendo por todas as áreas de Arapiraca como medida preventiva e de urgência.
“É um momento de tensão, mas aqui em Arapiraca estamos trabalhando mutirões para conscientizar e combater a proliferação de focos desde a segunda quinzena de fevereiro. Os nossos índices começaram a subir nesse período e começamos a nos mobilizar”, disse. Mobilizamos a Unidade de Saúde e as escolas da região, para que se possa formar também o combatente mirim que identifique possíveis focos dentro de casa e leve ao conhecimento da escola”, destacou o secretário.
Glifson acrescentou que já foram feitos mais de 33 mutirões na zona rural, urbana, centro da cidade. Nesta sexta-feira (17), o mutirão chega ao bairro Bonsucesso.
Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros.
Vários fatores podem explicar o aumento no número de doentes, como as temperaturas altas, as chuvas e a falta de consciência dos moradores na hora de cuidar dos terrenos, o que cria um ambiente propício para a proliferação do Aedes aegypti tanto em água limpa quanto em suja.
Em abril, foram registrados 273 casos de Dengue notificados no Hospital Regional de Arapiraca, um aumento de 23% no número de casos em comparação ao mês anterior, além de 14 registros de Chikungunya, um aumento de 1.400% e dois casos de Zika Vírus, um aumento de 100% no número de casos em comparação ao mês anterior. As informações são da assessoria da unidade.
Em entrevista ao programa NN Entrevista, da Rádio Novo Nordeste, o secretário de Saúde do Município, Glifson Magalhães, falou sobre os mutirões de combate ao Aedes Aegypti, que estão acontecendo por todas as áreas de Arapiraca como medida preventiva e de urgência.
“É um momento de tensão, mas aqui em Arapiraca estamos trabalhando mutirões para conscientizar e combater a proliferação de focos desde a segunda quinzena de fevereiro. Os nossos índices começaram a subir nesse período e começamos a nos mobilizar”, disse. Mobilizamos a Unidade de Saúde e as escolas da região, para que se possa formar também o combatente mirim que identifique possíveis focos dentro de casa e leve ao conhecimento da escola”, destacou o secretário.
Glifson acrescentou que já foram feitos mais de 33 mutirões na zona rural, urbana, centro da cidade. Nesta sexta-feira (17), o mutirão chega ao bairro Bonsucesso.
Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros.
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