CSA decide hoje sobre venda de mando de campo contra o Flamengo
O CSA estuda seriamente a venda de mandos de campo no Brasileirão. Nesta segunda-feira à noite, o presidente do clube, Rafael Tenório, confirmou em entrevista que a diretoria está analisando propostas e, inclusive, defendeu o direito de fazer a negociação.
Segundo o dirigente, a direção vai definir a questão no mais tardar nesta terça. Um dos jogos na pauta da venda do mando é contra o Flamengo, no dia 12 de junho. Existe a possibilidade de a partida ser disputada em Brasília.
- Estamos numa reunião agora mesmo com o presidente Raimundo Tavares e um pessoal de fora pra definir essa situação. Todo mundo vende os seus mandos de campo e por que o CSA não pode vender? Nós temos o direito de vender cinco (mandos). Flamengo vende... Vasco e Santos vendem.... Flamengo e Fluminense, por exemplo, vão jogar fora do Rio de Janeiro. A depender do valor da proposta, a gente pode aceitar - declarou Rafael, que viajou ao Paraguai na semana passada, mas já está em Maceió.
A diretoria do CSA alega que o Estádio Rei Pelé comporta 15 mil pessoas e a arrecadação de um jogo de grande apelo não cobriria o valor das propostas para a venda de mando de campo. Nas redes sociais, por outro lado, a torcida pressiona para que a negociação não seja concretizada.
Segundo o dirigente, a direção vai definir a questão no mais tardar nesta terça. Um dos jogos na pauta da venda do mando é contra o Flamengo, no dia 12 de junho. Existe a possibilidade de a partida ser disputada em Brasília.
- Estamos numa reunião agora mesmo com o presidente Raimundo Tavares e um pessoal de fora pra definir essa situação. Todo mundo vende os seus mandos de campo e por que o CSA não pode vender? Nós temos o direito de vender cinco (mandos). Flamengo vende... Vasco e Santos vendem.... Flamengo e Fluminense, por exemplo, vão jogar fora do Rio de Janeiro. A depender do valor da proposta, a gente pode aceitar - declarou Rafael, que viajou ao Paraguai na semana passada, mas já está em Maceió.
A diretoria do CSA alega que o Estádio Rei Pelé comporta 15 mil pessoas e a arrecadação de um jogo de grande apelo não cobriria o valor das propostas para a venda de mando de campo. Nas redes sociais, por outro lado, a torcida pressiona para que a negociação não seja concretizada.
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