Paralisação das atividades da Braskem ameaça mais de 2 mil empregos em Alagoas
Após a Braskem anunciar, nesta quinta-feira (9), a paralisação das atividades em Alagoas, o Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos nos Estados de Alagoas e Sergipe (Sindipetro-AL/SE) informou que deve se reunir na próxima semana com o gerente de relações institucionais da petroquímica. O objetivo do encontro entre os representantes é minimizar uma possível demissão em massa e entender qual é a atual situação da empresa.
Atualmente, a Braskem emprega 2.350 trabalhadores em Alagoas, entre efetivos e terceirizados."Já existe uma reunião agendada para a próxima semana, falta apenas marcar o dia que o encontro vai acontecer. Não vamos nos manifestar publicamente sobre a nota divulgada nesta quinta-feira, antes de sentar e conversar com a empresa", explicou o representante do Sindipetro, Pedro Barbosa.
Para Barbosa, alardear ameaça de demissão ou se manifestar acerca da paralisação momentânea das atividades geraria mais pânico entre funcionários, que estão apreensivos desde que as licenças ambientais para exploração de sal-gema foram suspensas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), em janeiro.
"Estamos solidários aos moradores dos bairros afetados, inclusive cobrando responsabilidade da empresa. No entanto, como representantes dos trabalhadores, estamos preocupados com a manutenção dos empregos e queremos dialogar para alinhar essa questão com a empresa", disse Pedro Barbosa.
Atualmente, a Braskem emprega 2.350 trabalhadores em Alagoas, entre efetivos e terceirizados."Já existe uma reunião agendada para a próxima semana, falta apenas marcar o dia que o encontro vai acontecer. Não vamos nos manifestar publicamente sobre a nota divulgada nesta quinta-feira, antes de sentar e conversar com a empresa", explicou o representante do Sindipetro, Pedro Barbosa.
Para Barbosa, alardear ameaça de demissão ou se manifestar acerca da paralisação momentânea das atividades geraria mais pânico entre funcionários, que estão apreensivos desde que as licenças ambientais para exploração de sal-gema foram suspensas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), em janeiro.
"Estamos solidários aos moradores dos bairros afetados, inclusive cobrando responsabilidade da empresa. No entanto, como representantes dos trabalhadores, estamos preocupados com a manutenção dos empregos e queremos dialogar para alinhar essa questão com a empresa", disse Pedro Barbosa.
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