Após cortes no orçamento, Ifal e Ufal podem fechar as portas
O corte de verbas de custeio e capital anunciado pelo Governo Federal nesta semana tem preocupado os gestores das instituições federais de Alagoas. Segundo os reitores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), a decisão inviabiliza o funcionamento das instituições, que podem até fechar as portas antes do final do ano.
De acordo com o reitor do Ifal, Sérgio Teixeira, o corte foi de quase R$ 23 milhões. “São pagamentos de bolsas de pesquisa, extensão, ensino, custeio de limpeza, terceirizados, manutenção, vigilância, gasolina do veículo que leva alunos em visitas técnicas, energia, água... É o funcionar da instituição. Estão sendo cortados 37% desse custeio, que é o dia a dia da instituição”, explicou.
Valéria Correia, reitora da Ufal, demonstrou perplexidade com os cortes, e disse que os caminhos a serem trilhados ainda serão definidos. “A Universidade Federal de Alagoas tem 58 anos de existência. É uma instituição que forma gerações de alagoanos, um patrimônio. Estamos ainda atônitos com essa notícia e pensando no que vamos fazer”, afirmou a gestora.
De acordo com as informações apuradas pela equipe de reportagem da TV Pajuçara com as instituições, se os contratos forem renegociados e as bolsas cortadas parcialmente, a Ufal consegue garantir o funcionamento até o mês de outubro de 2019. Já o Ifal chegaria até setembro. Depois disso, os caixas ficam completamente zerados.
De acordo com o reitor do Ifal, Sérgio Teixeira, o corte foi de quase R$ 23 milhões. “São pagamentos de bolsas de pesquisa, extensão, ensino, custeio de limpeza, terceirizados, manutenção, vigilância, gasolina do veículo que leva alunos em visitas técnicas, energia, água... É o funcionar da instituição. Estão sendo cortados 37% desse custeio, que é o dia a dia da instituição”, explicou.
Valéria Correia, reitora da Ufal, demonstrou perplexidade com os cortes, e disse que os caminhos a serem trilhados ainda serão definidos. “A Universidade Federal de Alagoas tem 58 anos de existência. É uma instituição que forma gerações de alagoanos, um patrimônio. Estamos ainda atônitos com essa notícia e pensando no que vamos fazer”, afirmou a gestora.
De acordo com as informações apuradas pela equipe de reportagem da TV Pajuçara com as instituições, se os contratos forem renegociados e as bolsas cortadas parcialmente, a Ufal consegue garantir o funcionamento até o mês de outubro de 2019. Já o Ifal chegaria até setembro. Depois disso, os caixas ficam completamente zerados.
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