Alagoanos caem em golpe do Whatsapp clonado que visa empréstimo
O delegado Thiago Prado alertou, nesta quinta-feira (2), sobre um novo golpe que está fazendo vítimas em Alagoas. Trata-se da clonagem de contas do aplicativo de mensagens WhatsApp com dez casos já registrados pela Polícia Civil, nos últimos 30 dias.
O esquema consiste no anúncio de produto em sites de comércio eletrônico com divulgação de número para contato.
Dessa forma, o golpista envia uma mensagem para o Whatsapp do anunciante, comunica ser da empresa de comércio eletrônico e solicita a atualização de dados cadastrais.
Depois requer o fornecimento do código de seis dígitos, repassado por SMS e, após o envio do código pelo usuário, o criminoso consegue acessar a conta do aplicativo e solicitar empréstimo em dinheiro aos seus contatos.
Em dezembro do ano passado, a Polícia Civil investigou golpe parecido. Políticos, médicos e delegados tiveram as contas do aplicativo de mensagem clonadas. A quadrilha clonava e transferia a linha telefônica do aparelho da vítima para o chip do criminoso. Depois instalava o aplicativo WhatsApp e começava a conversar com as pessoas conhecidas das vítimas, pedindo dinheiro ou que fizessem depósitos em contas indicadas por eles.
O delegado Thiago Prado orienta que as vítimas registrem a ocorrência policial, avisem aos seus contatos e parentes da fraude e solicitem a desativação da conta. Os dois golpes visam empréstimo, mas divergem sobre a forma utilizada para clonar o WhatsApp.
O esquema consiste no anúncio de produto em sites de comércio eletrônico com divulgação de número para contato.
Dessa forma, o golpista envia uma mensagem para o Whatsapp do anunciante, comunica ser da empresa de comércio eletrônico e solicita a atualização de dados cadastrais.
Depois requer o fornecimento do código de seis dígitos, repassado por SMS e, após o envio do código pelo usuário, o criminoso consegue acessar a conta do aplicativo e solicitar empréstimo em dinheiro aos seus contatos.
Em dezembro do ano passado, a Polícia Civil investigou golpe parecido. Políticos, médicos e delegados tiveram as contas do aplicativo de mensagem clonadas. A quadrilha clonava e transferia a linha telefônica do aparelho da vítima para o chip do criminoso. Depois instalava o aplicativo WhatsApp e começava a conversar com as pessoas conhecidas das vítimas, pedindo dinheiro ou que fizessem depósitos em contas indicadas por eles.
O delegado Thiago Prado orienta que as vítimas registrem a ocorrência policial, avisem aos seus contatos e parentes da fraude e solicitem a desativação da conta. Os dois golpes visam empréstimo, mas divergem sobre a forma utilizada para clonar o WhatsApp.
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