Aprovados em concurso da Uncisal protestam pedindo nomeação em unidades de saúde
Aprovados no concurso de 2014 da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) realizaram um protesto na porta do Palácio República dos Palmares na manhã desta quinta-feira (25). Eles cobram a nomeação para as vagas nas quais já trabalham desde o ano passado e conseguiram ser recebidos pelo chefe do Gabinete Civil, Fábio Farias.
De acordo com a técnica de enfermagem Elane de Lima Silva, há 15 meses os concursados trabalham de forma precária na Maternidade Escola Santa Mônica e no Hospital Dr. Hélvio Auto. A promessa, feita em março de 2018, é que eles seriam nomeados em 90 dias.
"Estamos lá há 15 meses com a promessa de quem em 90 dias nossa situação seria legalizada e ela não foi. Estamos trabalhando e cumprindo com nossa carga horária", diz ela, acrescentando que, durante todo esse período, os concursados não tiveram direito a adicional noturno, insalubridade, 13º salário ou férias.
Elana destaca que, atualmente, 78 pessoas estão nessa mesma situação. Inicialmente, o concurso previa a contratação de 158 funcionários, todos chamados para ocupar as vagas. Só que com a necessidade, em 2017, da abertura de mais 26 leitos na Santa Mônica, outros aprovados do certame foram convocados.
"O governador chamou os outros aprovados do concurso, que estava em vigência. As pessoas, porém, não assumiram de fato", conta. "Em 2018, ficou acordado que ele chamaria a reserva técnica para que os serviços continuassem e, no prazo de 90 dias, essas pessoas seriam efetivadas. Desde então estamos trabalhando como precarizados".
O problema é que, mesmo depois da promessa e também da vitória no Tribunal de Justiça, que determinou a nomeação dos 78 trabalhadores, agora o prazo do concurso prescreveu sem que isso fosse feito.
"Ontem, em uma reunião com o Conselho de Enfermagem, o secretário de Saúde disse que não nos chamaria mais porque o processo tinha se findado. Está com quatro dias que o concurso prescreveu, mas o processo chegou ao Gabinete Civil no dia 17, antes que isso acontecesse. Se houve uma demora do Governo, isso não nos cabe", diz a técnica.
Revoltada, Elane afirma que espera uma nomeação. "Nossa luta é pelo direito que nos é resguardado. Passamos no concurso, não tomamos a vaga de ninguém", expõe. "O Governo está se negando a cumprir a própria palavra. A Santa Mônica encontra-se sucateada, faltando material, e só não falta pessoas porque estamos indo trabalhar".
De acordo com a técnica de enfermagem Elane de Lima Silva, há 15 meses os concursados trabalham de forma precária na Maternidade Escola Santa Mônica e no Hospital Dr. Hélvio Auto. A promessa, feita em março de 2018, é que eles seriam nomeados em 90 dias.
"Estamos lá há 15 meses com a promessa de quem em 90 dias nossa situação seria legalizada e ela não foi. Estamos trabalhando e cumprindo com nossa carga horária", diz ela, acrescentando que, durante todo esse período, os concursados não tiveram direito a adicional noturno, insalubridade, 13º salário ou férias.
Elana destaca que, atualmente, 78 pessoas estão nessa mesma situação. Inicialmente, o concurso previa a contratação de 158 funcionários, todos chamados para ocupar as vagas. Só que com a necessidade, em 2017, da abertura de mais 26 leitos na Santa Mônica, outros aprovados do certame foram convocados.
"O governador chamou os outros aprovados do concurso, que estava em vigência. As pessoas, porém, não assumiram de fato", conta. "Em 2018, ficou acordado que ele chamaria a reserva técnica para que os serviços continuassem e, no prazo de 90 dias, essas pessoas seriam efetivadas. Desde então estamos trabalhando como precarizados".
O problema é que, mesmo depois da promessa e também da vitória no Tribunal de Justiça, que determinou a nomeação dos 78 trabalhadores, agora o prazo do concurso prescreveu sem que isso fosse feito.
"Ontem, em uma reunião com o Conselho de Enfermagem, o secretário de Saúde disse que não nos chamaria mais porque o processo tinha se findado. Está com quatro dias que o concurso prescreveu, mas o processo chegou ao Gabinete Civil no dia 17, antes que isso acontecesse. Se houve uma demora do Governo, isso não nos cabe", diz a técnica.
Revoltada, Elane afirma que espera uma nomeação. "Nossa luta é pelo direito que nos é resguardado. Passamos no concurso, não tomamos a vaga de ninguém", expõe. "O Governo está se negando a cumprir a própria palavra. A Santa Mônica encontra-se sucateada, faltando material, e só não falta pessoas porque estamos indo trabalhar".
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