Moradores do Pinheiro protestam e pedem bloqueio de recursos da Braskem
Moradores e comerciantes do Pinheiro, em Maceió, se reuniram na Praça Centenário na manhã desta quinta-feira (25) para um protesto com relação à situação do bairro. Além de chamar a atenção da sociedade, eles pretendem fazer com que a Justiça reavalie o bloqueio de R$ 6,7 bilhões da Braskem.
O pedido foi feito pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público de Alagoas (MPE/AL), mas foi inicialmente negado pelo Poder Judiciário, que determinou que apenas R$ 100 milhões fossem bloqueados. Em outra decisão, foi proibida a divisão de R$ 2 bilhões de lucros entre os acionistas.
"Acontece que R$ 2 bilhões é muito pouco para o que nós, empresários e moradores, estamos sofrendo. Queremos os R$ 6 bilhões e também que seja emitido um laudo transparente e científico. Sabemos que existe muita pressão em torno disso", disse Alexandre Sampaio, presidente da Associação dos Empreendedores do Pinheiro.
Muitos dos envolvidos no movimento, como o diretor da Federação das Associações de Moradores de Alagoas, Antônio Sabino, acreditam que o laudo feito pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) pode ter um cunho político. "Nós queremos isenção no laudo da CPRM", apontou ele.
Vestindo preto e com cartazes e faixas onde dizem estar "sem casa, sem chão e sem vida", por exemplo, os manifestantes utilizaram os semáforos fechados para chegar aos motoristas que passavam pela Praça Centenário. O protesto contou ainda com um carro de som e um "apitaço" entre os participantes.
Do local, eles pretendem descer até o Tribunal de Justiça para apresentar um abaixo-assinado formulado pela organização SOS Pinheiro. O documento tem mais de duas mil assinaturas e a ideia é pressionar juízes e desembargadores para o bloqueio dos R$ 6,7 bilhões.
Segundo os moradores, a Braskem teria alcançado um lucro em torno de R$ 5 bilhões, além de ter contratado um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil para "contestar a culpa" com relação à situação atual da região, onde a mineradora tem poços perfurados. Eles também reclamam da omissão do poder público.
O Centro de Gerenciamento de Crises da Polícia Militar foi acionado ao local. Além de parte da população que vive no bairro e de comerciantes, também participam do protesto representantes de várias comunidades e outras entidades instaladas no Pinheiro, como a Igreja Batista.
O pedido foi feito pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público de Alagoas (MPE/AL), mas foi inicialmente negado pelo Poder Judiciário, que determinou que apenas R$ 100 milhões fossem bloqueados. Em outra decisão, foi proibida a divisão de R$ 2 bilhões de lucros entre os acionistas.
"Acontece que R$ 2 bilhões é muito pouco para o que nós, empresários e moradores, estamos sofrendo. Queremos os R$ 6 bilhões e também que seja emitido um laudo transparente e científico. Sabemos que existe muita pressão em torno disso", disse Alexandre Sampaio, presidente da Associação dos Empreendedores do Pinheiro.
Muitos dos envolvidos no movimento, como o diretor da Federação das Associações de Moradores de Alagoas, Antônio Sabino, acreditam que o laudo feito pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) pode ter um cunho político. "Nós queremos isenção no laudo da CPRM", apontou ele.
Vestindo preto e com cartazes e faixas onde dizem estar "sem casa, sem chão e sem vida", por exemplo, os manifestantes utilizaram os semáforos fechados para chegar aos motoristas que passavam pela Praça Centenário. O protesto contou ainda com um carro de som e um "apitaço" entre os participantes.
Do local, eles pretendem descer até o Tribunal de Justiça para apresentar um abaixo-assinado formulado pela organização SOS Pinheiro. O documento tem mais de duas mil assinaturas e a ideia é pressionar juízes e desembargadores para o bloqueio dos R$ 6,7 bilhões.
Segundo os moradores, a Braskem teria alcançado um lucro em torno de R$ 5 bilhões, além de ter contratado um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil para "contestar a culpa" com relação à situação atual da região, onde a mineradora tem poços perfurados. Eles também reclamam da omissão do poder público.
O Centro de Gerenciamento de Crises da Polícia Militar foi acionado ao local. Além de parte da população que vive no bairro e de comerciantes, também participam do protesto representantes de várias comunidades e outras entidades instaladas no Pinheiro, como a Igreja Batista.
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