Mãe de garoto abusado por funcionário de prefeitura em Craíbas fala pela 1ª vez sobre o crime
Quase dois anos à espera da punição do homem que estuprou o filho dela, de 12 anos de idade, a mãe do menor J.G. falou ontem sobre o caso, pela primeira vez à imprensa.
Alex Sandro da Silva, de 33 anos, funcionário da Prefeitura de Craíbas, foi preso na terça-feira (16), 1 anos e 9 meses depois de ter cometido o crime. A mãe da vítima até hoje lembra de como se sentiu quando ouviu o desabafo do filho: “Quando ele me chamou pra conversar, eu gelei". E continua: "O pai dele perguntou o que foi, e ele contou”, relata em entrevista à TV Pajuçara.
Ela revelou que o filho só teve coragem de falar sobre o crime oito dias depois. Quando os pais dormiam, ele os chamou e citou o nome do servidor público. A família, que já tinha ouvido falar de boatos sobre as práticas de Alex Sandro, teve medo do que estava prestes a ouvir.
Segundo a mulher, o filho e um primo de 10 anos estavam no mercado quando encontraram o servidor, e ele teria pedido para as duas crianças ajudarem a colocar umas caixas no carro da prefeitura.
Em seguida, o homem pediu para os dois irem pegar o dinheiro na casa dele. “Lá, ele disse com o meu primo, fique aí e você venha pegar o dinheiro aqui”, contou o menino à mãe.
“Quando meu filho entrou, ele pegou e baixou as calças e a cueca do meu filho. Ele disse: ‘Não gosto disso, não faça isso’”, disse.
A mulher ainda lembra que o abusador segurou forte o braço do menino, que ficou lesionado, e iniciou o abuso sexual. Do dia da queixa até a prisão, passaram-se quase dois anos.
O acusado nega o crime. A família do garoto, com medo, deixou a cidade.
Alex Sandro da Silva, de 33 anos, funcionário da Prefeitura de Craíbas, foi preso na terça-feira (16), 1 anos e 9 meses depois de ter cometido o crime. A mãe da vítima até hoje lembra de como se sentiu quando ouviu o desabafo do filho: “Quando ele me chamou pra conversar, eu gelei". E continua: "O pai dele perguntou o que foi, e ele contou”, relata em entrevista à TV Pajuçara.
Ela revelou que o filho só teve coragem de falar sobre o crime oito dias depois. Quando os pais dormiam, ele os chamou e citou o nome do servidor público. A família, que já tinha ouvido falar de boatos sobre as práticas de Alex Sandro, teve medo do que estava prestes a ouvir.
Segundo a mulher, o filho e um primo de 10 anos estavam no mercado quando encontraram o servidor, e ele teria pedido para as duas crianças ajudarem a colocar umas caixas no carro da prefeitura.
Em seguida, o homem pediu para os dois irem pegar o dinheiro na casa dele. “Lá, ele disse com o meu primo, fique aí e você venha pegar o dinheiro aqui”, contou o menino à mãe.
“Quando meu filho entrou, ele pegou e baixou as calças e a cueca do meu filho. Ele disse: ‘Não gosto disso, não faça isso’”, disse.
A mulher ainda lembra que o abusador segurou forte o braço do menino, que ficou lesionado, e iniciou o abuso sexual. Do dia da queixa até a prisão, passaram-se quase dois anos.
O acusado nega o crime. A família do garoto, com medo, deixou a cidade.
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