Câmara de Maceió exonera servidor suspeito de cometer estupros em série
O presidente da Câmara de Maceió, Kelmann Vieira (PSDB), exonerou nesta terça-feira (16) o servidor suspeito de cometer estupros em série. Ele foi preso na segunda (15) dentro de casa no bairro de Guaxuma, na capital.
A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM).
O servidor comissionado ocupava o cargo de assessor em manutenção, segurança e demandas gerais do gabinete do vereador Chico Filho (PP). O parlamentar disse que o caso o deixou surpreso, já que o suspeito era uma pessoa de confiança da família.
Há pelo menos 19 crimes sendo investigados contra o ex-servidor. As vítimas tinham entre 11 e 18 anos. Após a repercussão do caso, mais pessoas procuraram a polícia para denunciar que também foram abusadas sexualmente por ele.
Uma das vítimas contou que "se não fizesse o que ele pedisse, ele ia me matar". Já uma outra mulher de 22 anos relatou que quase foi estuprada e se salvou quando perguntou ao homem se ele tinha uma filha.
Segundo as investigações, as mulheres eram abordadas no Feitosa ou no Jacintinho. O suspeito sempre aparecia em um carro prata e dizia que estava armado. Com a ameaça, as vítimas eram obrigadas a entrar no veículo.
O suspeito então as levava para um imóvel alugado pelo Legislativo que fica na Avenida Rotary e serve de ponto de atendimento à população. Lá, ele estuprava as vítimas. O local foi periciado.
A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM).
O servidor comissionado ocupava o cargo de assessor em manutenção, segurança e demandas gerais do gabinete do vereador Chico Filho (PP). O parlamentar disse que o caso o deixou surpreso, já que o suspeito era uma pessoa de confiança da família.
Há pelo menos 19 crimes sendo investigados contra o ex-servidor. As vítimas tinham entre 11 e 18 anos. Após a repercussão do caso, mais pessoas procuraram a polícia para denunciar que também foram abusadas sexualmente por ele.
Uma das vítimas contou que "se não fizesse o que ele pedisse, ele ia me matar". Já uma outra mulher de 22 anos relatou que quase foi estuprada e se salvou quando perguntou ao homem se ele tinha uma filha.
Segundo as investigações, as mulheres eram abordadas no Feitosa ou no Jacintinho. O suspeito sempre aparecia em um carro prata e dizia que estava armado. Com a ameaça, as vítimas eram obrigadas a entrar no veículo.
O suspeito então as levava para um imóvel alugado pelo Legislativo que fica na Avenida Rotary e serve de ponto de atendimento à população. Lá, ele estuprava as vítimas. O local foi periciado.
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