Vítima de estuprador em série preso em Maceió diz que não reagiu porque foi ameaçada de morte
Uma das vítimas de um estuprador em série que agia em Maceió afirmou que não reagiu ao estupro porque o homem disse que a mataria e procuraria seus pais caso ela não fizesse o que ele estava pedindo. O suspeito foi preso em Guaxuma, na manhã desta segunda-feira (15), e é apontado como autor de uma série de estupros. Ele nega os crimes.
“Ele era muito violento. Ele ameaçava que se eu não fizesse tudo isso que ele pedisse, ele ia me matar e iria procurar meus pais”, contou a adolescente de 14 anos à reportagem do Bom Dia Alagoas.
Ela foi ao imóvel onde aconteciam os estupros, na Avenida Rotary, acompanhada da polícia para fazer o reconhecimento do local. A vítima conta que foi abordada pelo suspeito por volta das 19h e só chegou em casa perto das 22h. Ela afirma que o estupro aconteceu em novembro de 2018.
“Ele parou o carro, e nisso já ameaçou pedindo para você [ela] encostar no carro, que não era para gritar. Aí como estava passando algumas pessoas na rua, ele tapeou dizendo: ‘onde tem uma igreja?’. Nisso, ele me colocou dentro do carro, aí colocou o pano no [meu] rosto e já me trouxe para o local onde foi feito. Eu estava sozinha. Na hora da vinda não deu para ver muito bem [para onde estava indo], só que quando estava voltando eu consegui tirar a venda do rosto porque eu estava muito nervosa e deu para ver um pouco do caminho”, conta a menina.
Segundo a polícia, o homem é servidor da Câmara de Vereadores de Maceió. Ele trabalhava para o vereador Chico Filho (PP), que afirmou que desconhece os crimes e que vai exonerar imediatamente o servidor.
Segundo a gerente de Polícia Judiciária da Região (GPJ-1), delegada Ana Luíza Nogueira, há pelo menos 19 casos contra mulheres sendo investigados e 9 deles já foram confirmados. A reportagem do G1 não conseguiu contato com a defesa do suspeito.
De acordo com a vítima, o suspeito mostrou uma arma e ameaçou que se ela gritasse ele chamaria outros três homens para dentro do local. As agressões sexuais duraram cerca de duas horas e ela ficou consciente durante toda a ação, segundo o relato da adolescente.
“Ele me ameaçou dizendo que não era para eu contar para ninguém porque ele iria voltar a me procurar e que não era para mim procurar a polícia porque ele tinha mais outros caras que poderia também me machucar”, diz.
Nervosa, a vítima afirma que apesar da prisão do suspeito, o medo permanece.
“[Ao voltar aqui agora] eu senti muito nervoso, suando, vontade chorar. Foi muito ruim porque lembra tudo que [se] passou aqui dentro. O medo de sair na rua e de entrar em algum carro continua”, relata.
“Ele era muito violento. Ele ameaçava que se eu não fizesse tudo isso que ele pedisse, ele ia me matar e iria procurar meus pais”, contou a adolescente de 14 anos à reportagem do Bom Dia Alagoas.
Ela foi ao imóvel onde aconteciam os estupros, na Avenida Rotary, acompanhada da polícia para fazer o reconhecimento do local. A vítima conta que foi abordada pelo suspeito por volta das 19h e só chegou em casa perto das 22h. Ela afirma que o estupro aconteceu em novembro de 2018.
“Ele parou o carro, e nisso já ameaçou pedindo para você [ela] encostar no carro, que não era para gritar. Aí como estava passando algumas pessoas na rua, ele tapeou dizendo: ‘onde tem uma igreja?’. Nisso, ele me colocou dentro do carro, aí colocou o pano no [meu] rosto e já me trouxe para o local onde foi feito. Eu estava sozinha. Na hora da vinda não deu para ver muito bem [para onde estava indo], só que quando estava voltando eu consegui tirar a venda do rosto porque eu estava muito nervosa e deu para ver um pouco do caminho”, conta a menina.
Segundo a polícia, o homem é servidor da Câmara de Vereadores de Maceió. Ele trabalhava para o vereador Chico Filho (PP), que afirmou que desconhece os crimes e que vai exonerar imediatamente o servidor.
Segundo a gerente de Polícia Judiciária da Região (GPJ-1), delegada Ana Luíza Nogueira, há pelo menos 19 casos contra mulheres sendo investigados e 9 deles já foram confirmados. A reportagem do G1 não conseguiu contato com a defesa do suspeito.
De acordo com a vítima, o suspeito mostrou uma arma e ameaçou que se ela gritasse ele chamaria outros três homens para dentro do local. As agressões sexuais duraram cerca de duas horas e ela ficou consciente durante toda a ação, segundo o relato da adolescente.
“Ele me ameaçou dizendo que não era para eu contar para ninguém porque ele iria voltar a me procurar e que não era para mim procurar a polícia porque ele tinha mais outros caras que poderia também me machucar”, diz.
Nervosa, a vítima afirma que apesar da prisão do suspeito, o medo permanece.
“[Ao voltar aqui agora] eu senti muito nervoso, suando, vontade chorar. Foi muito ruim porque lembra tudo que [se] passou aqui dentro. O medo de sair na rua e de entrar em algum carro continua”, relata.
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