Equipe do Disque-Denúncia apresenta ferramenta a índios em Porto Real do Colégio
A coordenação do programa voltado ao Disque-Denúncia visitou, nessa quinta-feira (11), a tribo Kariri-Xocó, em Porto Real do Colégio, para explicar como o serviço funciona. O objetivo é garantir que a ferramenta tenha cada vez mais alcance.
A coordenadora do 181, Ginah Wanderley, explicou que o convite para ir até a comunidade indígena partiu de representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Alagoas e de militares do 11º Batalhão da Polícia Militar.
Os integrantes da tribo reclamaram que, recentemente, houve aumento de casos de roubo em suas residências e também denunciaram a incidência do tráfico de drogas na região, o que vinha causando transtornos e insegurança para toda a comunidade.
"Fomos lá com o objetivo de explicar aos indígenas como funciona a ferramenta para denúncias do 181, sensibilizar sobre a necessidade de se manter esse diálogo com a Segurança Pública por meio do canal e falar da importância das informações fornecidas, que irão ajudar as polícias a ter a real noção de como a criminalidade está atuando e, dessa forma, traçar estratégias de combate ao crime", explicou a coordenadora.
O tema gerou interesse da comunidade indígena, que lotou o pátio da Escola Estadual Pajé Francisco para receber informações sobre os canais para realizar denúncias, que tipo de informações são essenciais para repassar à Segurança Pública e, também, para ter a garantia do anonimato do denunciante.
O serviço, que funciona desde 2011, está disponível também pelo aplicativo Disque Denúncia Mobile Alagoas, disponível para Android, e por meio do endereço http://disquedenuncia.seguranca.al.gov.br/denuncie/. Após a denúncia, o usuário recebe um código para acompanhar o andamento da solicitação ou complementá-la, caso descubra mais informações.
A coordenadora do 181, Ginah Wanderley, explicou que o convite para ir até a comunidade indígena partiu de representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Alagoas e de militares do 11º Batalhão da Polícia Militar.
Os integrantes da tribo reclamaram que, recentemente, houve aumento de casos de roubo em suas residências e também denunciaram a incidência do tráfico de drogas na região, o que vinha causando transtornos e insegurança para toda a comunidade.
"Fomos lá com o objetivo de explicar aos indígenas como funciona a ferramenta para denúncias do 181, sensibilizar sobre a necessidade de se manter esse diálogo com a Segurança Pública por meio do canal e falar da importância das informações fornecidas, que irão ajudar as polícias a ter a real noção de como a criminalidade está atuando e, dessa forma, traçar estratégias de combate ao crime", explicou a coordenadora.
O tema gerou interesse da comunidade indígena, que lotou o pátio da Escola Estadual Pajé Francisco para receber informações sobre os canais para realizar denúncias, que tipo de informações são essenciais para repassar à Segurança Pública e, também, para ter a garantia do anonimato do denunciante.
O serviço, que funciona desde 2011, está disponível também pelo aplicativo Disque Denúncia Mobile Alagoas, disponível para Android, e por meio do endereço http://disquedenuncia.seguranca.al.gov.br/denuncie/. Após a denúncia, o usuário recebe um código para acompanhar o andamento da solicitação ou complementá-la, caso descubra mais informações.
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