Hospital registra aumento nos casos de zica e chikungunya em Arapiraca
Em março, o Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca, registrou um aumento nos casos de zica e chikungunya. Ao todo, 14 pessoas deram entrada na unidade hospitalar com o vírus da chikungunya e outros dois com confirmação de zica. Esses números representam aumento de 1.400% no primeiro caso e 100% no segundo, em relação ao mês anterior.
Os dados estão sendo divulgados pelo Núcleo de Epidemiologia do HR. Segundo eles, não houve óbito em virtude desses casos. De acordo com Nelva Rubia, coordenadora do núcleo, os números são preocupantes, pois tratam-se de doenças perigosas. Ela também alertou a importância de campanhas educativas para população.
“O mosquito deve ser evitado e para isso é preciso acabar com o foco. Sei que os moradores sabem do risco, mas é preciso intensificar o trabalho de informação, pois só assim poderemos afastar qualquer possibilidade desses casos”, colocou.
Para o Diretor Médico, Ulisses Pereira, essas informações revelam a necessidade de mais controle e monitoramento das campanhas, assim como o reforço da população em manter constância nas ações de prevenção e combate ao mosquito.
Cautela
Para o provedor Geraldo Magela Pirauá as medidas preventivas devem ser sempre priorizadas. “Estamos aqui para atender a população, que precisa de informações para se precaver de doenças que podem ser evitadas. A prevenção sempre será o melhor remédio”, falou.
A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti; o vírus da dengue causa doença febril aguda. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e autolimitados, podendo uma pequena parcela dos infectados evoluir para doença grave. A infecção por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou causar doença grave, levando à morte.
Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele.
Em caso de suspeita de dengue o paciente deve procurar a unidade referência do seu bairro. “Importante que os usuários estejam sempre atentos, sobretudo com as crianças, que costumam ser mais vulneráveis”, avaliou Rúbia.
Os dados estão sendo divulgados pelo Núcleo de Epidemiologia do HR. Segundo eles, não houve óbito em virtude desses casos. De acordo com Nelva Rubia, coordenadora do núcleo, os números são preocupantes, pois tratam-se de doenças perigosas. Ela também alertou a importância de campanhas educativas para população.
“O mosquito deve ser evitado e para isso é preciso acabar com o foco. Sei que os moradores sabem do risco, mas é preciso intensificar o trabalho de informação, pois só assim poderemos afastar qualquer possibilidade desses casos”, colocou.
Para o Diretor Médico, Ulisses Pereira, essas informações revelam a necessidade de mais controle e monitoramento das campanhas, assim como o reforço da população em manter constância nas ações de prevenção e combate ao mosquito.
Cautela
Para o provedor Geraldo Magela Pirauá as medidas preventivas devem ser sempre priorizadas. “Estamos aqui para atender a população, que precisa de informações para se precaver de doenças que podem ser evitadas. A prevenção sempre será o melhor remédio”, falou.
A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti; o vírus da dengue causa doença febril aguda. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e autolimitados, podendo uma pequena parcela dos infectados evoluir para doença grave. A infecção por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou causar doença grave, levando à morte.
Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele.
Em caso de suspeita de dengue o paciente deve procurar a unidade referência do seu bairro. “Importante que os usuários estejam sempre atentos, sobretudo com as crianças, que costumam ser mais vulneráveis”, avaliou Rúbia.
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