Equatorial Energia diz que substituição de equipamentos deve evitar novos apagões em Alagoas

Por Redação com G1/AL 04/04/2019 13h01 - Atualizado em 04/04/2019 16h04
Por Redação com G1/AL 04/04/2019 13h01 Atualizado em 04/04/2019 16h04
Equatorial Energia diz que substituição de equipamentos deve evitar novos apagões em Alagoas
Representantes da Equatorial Alagoas dão explicações à Defensoria Pública sobre os apagões no estado - Foto: Thamires Ribeiro/G1
A Equatorial Energia informou, nesta quinta-feira (4), que a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) está substituindo equipamentos em subestações no estado e que essa medida vai evitar que os apagões que aconteceram no último mês se repitam.

A reportagem do G1 entrou em contato com a Chesf às 11h15 para saber onde exatamente este serviço está sendo feito, e aguarda retorno.

Em menos de 10 dias, entre os dias 16 e 22 de março, foram registrados três apagões que deixaram Maceió e outros municípios sem energia. Na ocasião, a Chesf admitiu que problemas na subestação de Messias causaram a interrupção do fornecimento de energia elétrica.

Nesta manhã, a Equatorial deu explicações sobre o problema e o que vinha sendo feito para solucioná-lo em uma reunião solicitada pela Defensoria Pública do Estado, em Maceió.

"Perdemos a região de Maceió três vezes por conta de problemas na subestação da Chesf e também Penedo e Arapiraca. A Chesf está com ações nas subestações de substituição de equipamentos que explodiram, em linhas e transformadores. Alguns já foram substituídos e outros estão em processo de substituição, e eu acredito que até o fim do mês eles tenham concluídos todos", afirmou o engenheiro eletricista do Centro de Operações Integradas da Equatorial, Jarson Amaral.

A Defensoria questionou ainda como ficará a situação dos consumidores que acabaram perdendo equipamentos por conta dos apagões. De acordo com a Equatorial, o ressarcimento vai ser feito, desde que seja solicitado.

"Essas pessoas têm que procurar o call center e informar o problema, quando houve a falta de energia e a perda do equipamento. Tem um departamento que trata disso e não é nada complexo", afirmou Amaral.