Defesa de Médico suspeito de abusos contra pacientes pede revogação de prisão preventiva
A defesa do médico Adriano Antônio da Silva Pedrosa vai pedir à justiça a revogação da prisão - recolhido no presídio Baldomero Cavalcanti - após ser acusado pelo Ministério Público Estadual (MPE) pelo crime de violação sexual mediante fraude. Ele está numa cela especial da unidade prisional.
A defesa disse que o médico nega que tenha praticado os crimes e, diante disso, vai apresentar o pedido de liberdade.
"Como o processo ainda está correndo em segredo de justiça, qualquer informação agora ainda é muito prematura porque a gente ainda está no processo de análise das acusações. Hoje, estamos correndo atrás disso para poder nos aprofundar e proceder a defesa da forma correta", afirma a advogada Sandra Gomes.
Adriano Antônio atua como médico há vinte anos, sendo 16 no município de Passo de Camaragibe, no Litoral Norte de Alagoas. Após a prisão, o Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal) anunciou a instauração de sindicância. Se houver indício de infração, a entidade abre processo contra o profissional que será julgado e decidida punição, que pode ir de uma advertência à cassação.
"A princípio a gente vai tentar revogar a prisão, tendo em vista que ele preenche outros requisitos, é réu primário, funcionário público, tem residência fixa. Então ele preenche os requisitos para responder o processo em liberdade. Ele nega tudo. Ele não consegue nem imaginar de onde poderia estar saindo essas acusações porque todos os atendimentos seguem o mesmo padrão. Como ele é médico de saúde da família, atende todo tipo de especialidade", acrescenta a advogada.
O médico foi autuado na Delegacia Regional de Matriz do Camaragibe e teve prisão preventiva decretada pela Justiça. Segundo informação do Ministério Público Estadual (MPE), Adriano Antônio molestava as pacientes sob o pretexto de investigar se elas estavam ou não com alguma doença nos órgãos genitais. A má conduta do médico teria sido relatada por três mulheres que o denunciaram e foram essas acusações que serviram de base para o MPE/AL ajuizar uma ação penal e pedir a sua prisão.
Adriano foi preso após denúncia de crime de violação sexual mediante fraude proposta pelo promotor de justiça Ary de Medeiros Lages Filho, titular da Promotoria de Justiça de Passo de Camaragibe.
O pedido de revogação da prisão do médico deve ser feito até esta terça-feira (2).
A defesa disse que o médico nega que tenha praticado os crimes e, diante disso, vai apresentar o pedido de liberdade.
"Como o processo ainda está correndo em segredo de justiça, qualquer informação agora ainda é muito prematura porque a gente ainda está no processo de análise das acusações. Hoje, estamos correndo atrás disso para poder nos aprofundar e proceder a defesa da forma correta", afirma a advogada Sandra Gomes.
Adriano Antônio atua como médico há vinte anos, sendo 16 no município de Passo de Camaragibe, no Litoral Norte de Alagoas. Após a prisão, o Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal) anunciou a instauração de sindicância. Se houver indício de infração, a entidade abre processo contra o profissional que será julgado e decidida punição, que pode ir de uma advertência à cassação.
"A princípio a gente vai tentar revogar a prisão, tendo em vista que ele preenche outros requisitos, é réu primário, funcionário público, tem residência fixa. Então ele preenche os requisitos para responder o processo em liberdade. Ele nega tudo. Ele não consegue nem imaginar de onde poderia estar saindo essas acusações porque todos os atendimentos seguem o mesmo padrão. Como ele é médico de saúde da família, atende todo tipo de especialidade", acrescenta a advogada.
O médico foi autuado na Delegacia Regional de Matriz do Camaragibe e teve prisão preventiva decretada pela Justiça. Segundo informação do Ministério Público Estadual (MPE), Adriano Antônio molestava as pacientes sob o pretexto de investigar se elas estavam ou não com alguma doença nos órgãos genitais. A má conduta do médico teria sido relatada por três mulheres que o denunciaram e foram essas acusações que serviram de base para o MPE/AL ajuizar uma ação penal e pedir a sua prisão.
Adriano foi preso após denúncia de crime de violação sexual mediante fraude proposta pelo promotor de justiça Ary de Medeiros Lages Filho, titular da Promotoria de Justiça de Passo de Camaragibe.
O pedido de revogação da prisão do médico deve ser feito até esta terça-feira (2).
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