Polícia identifica suspeito de criar e espalhar 'fake news' sobre o bairro Pinheiro
A polícia civil conseguiu identificar uma pessoa suspeita de criar e espalhar fake news sobre o bairro Pinheiros, em Maceió. Segundo o delegado responsável pelo caso, o criador da notícia falsa se utilizou de um perfil falso nas redes sociais. Outras pessoas podem estar envolvidas.
A investigação para apurar as fake news ocorreu após uma solicitação do Ministério Público Estadual (MPE-AL), pedindo a abertura de um inquérito policial.
O delegado Thiago Prado, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), responsável pelas investigações, que está aguardando uma decisão judicial para ter os dados completos do suspeito.
"Identificamos uma pessoa que efetuou uma mensagem e agora a gente aguarda uma decisão judicial para que os provedores de internet e essas redes sociais nos forneçam os dados de um indivíduo que utilizou um perfil falso. Tão breve essa decisão saia, a gente vai conseguir identificar mais um elemento. A gente lembra que essa conduta é vista como contravenção penal e, além de uma sanção de pena de até seis meses de prisão, pode resultar também numa pena cível, ou seja, a pessoa pode vir a pagar um dano moral a todos esses munícipes que se sintam constrangidos co essa falsa notícia", delegado Thiago Prado
O promotor de justiça Antônio Malta Marques reforça que a população deve checar a informação antes de repassar para outras pessoas. "A orientação é que eles não divulguem essas fake news e que procurem a Defesa Civil para que eles informem se é verdade ou não".
Nos últimos dias, um suposto laudo do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi divulgado depois que a equipe de geólogos e integrantes das defesas civil municipal e estadual participaram de uma audiência pública no Senado Federal para apresentar os problemas relacionados ao bairro.
O delegado Thiago Prado pede que a população denuncie casos de 'fake news' por meio do disquedenuncia.seguraca.al.gov.br ,disponibilizado pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas.
"O canal de Disque Denúncia é disponibilizado pela SSP na internet. Lá, a pessoa pode fazer a denúncia e colocar, inclusive, o endereço eletrônico da rede social ou qualquer outro meio que está cometendo esse crime de fake news", afirma.
A investigação para apurar as fake news ocorreu após uma solicitação do Ministério Público Estadual (MPE-AL), pedindo a abertura de um inquérito policial.
O delegado Thiago Prado, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), responsável pelas investigações, que está aguardando uma decisão judicial para ter os dados completos do suspeito.
"Identificamos uma pessoa que efetuou uma mensagem e agora a gente aguarda uma decisão judicial para que os provedores de internet e essas redes sociais nos forneçam os dados de um indivíduo que utilizou um perfil falso. Tão breve essa decisão saia, a gente vai conseguir identificar mais um elemento. A gente lembra que essa conduta é vista como contravenção penal e, além de uma sanção de pena de até seis meses de prisão, pode resultar também numa pena cível, ou seja, a pessoa pode vir a pagar um dano moral a todos esses munícipes que se sintam constrangidos co essa falsa notícia", delegado Thiago Prado
O promotor de justiça Antônio Malta Marques reforça que a população deve checar a informação antes de repassar para outras pessoas. "A orientação é que eles não divulguem essas fake news e que procurem a Defesa Civil para que eles informem se é verdade ou não".
Nos últimos dias, um suposto laudo do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi divulgado depois que a equipe de geólogos e integrantes das defesas civil municipal e estadual participaram de uma audiência pública no Senado Federal para apresentar os problemas relacionados ao bairro.
O delegado Thiago Prado pede que a população denuncie casos de 'fake news' por meio do disquedenuncia.seguraca.al.gov.br ,disponibilizado pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas.
"O canal de Disque Denúncia é disponibilizado pela SSP na internet. Lá, a pessoa pode fazer a denúncia e colocar, inclusive, o endereço eletrônico da rede social ou qualquer outro meio que está cometendo esse crime de fake news", afirma.
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