CPRM projeta para fim de abril conclusão de relatório sobre bairro do Pinheiro, em Maceió
Uma audiência pública realizada na manhã desta quinta-feira (21), em Brasília, discutiu a grave situação do bairro do Pinheiro, em Maceió, O debate reuniu especialistas e integrantes de órgãos municipais, estaduais e federais. Um dos principais questionamentos dos moradores é sobre a conclusão do relatório produzido pela equipe que há meses estuda o solo de toda a região. Nesse caso, a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) projeta para o fim de abril a conclusão do levantamento.
Antonio Carlos Bacelar, um dos diretores da CPRM, prometeu agilizar os trabalhos de investigação, com relatório pronto e soluções identificadas para o fim do mês de abril. A bancada federal de Alagoas se fez presente na audiência, ouvindo especialistas. A audiência foi proposta pelo senador Rodrigo Cunha.
"Vamos fazer o possível para entregar o relatório até o fim de abril. Mas nada impede que organismos municipal, estadual e federal comecem a trabalhar para uma emergência futura no bairro do Pinheiro. O bairro está em constante movimentação e a preocupação é maior na quadra da chuva, que está se aproximando. É preciso que todos estejam trabalhando no sentido de evitar consequência danosa à vida do ser humano", afirma o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM.
José Brineso Torres, da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), informou, durante a sessão no Senado Federal, que a empresa pública suspendeu auditorias comerciais e o corte e que também foram priorizados desligamentos de quem está deixando as casas, com equipes 24h de plantão para fazer isso.
Sobre a atuação da Braskem no Pinheiro - questionada pelas autoridades e apontada como motivo de origem das rachaduras - Alexandre de Castro, diretor de negócios da Companhia, justifica que três sondas estão em operação no bairro para estudos e mais duas devem chegar. "A ideia é acelerar os processos para o estudo com sonares, uma etapa importante para entender o que está acontecendo", afirma, dizendo também que uma empresa americana está fazendo estudos.
"Ainda é necessária uma série de ações para que a gente possa chegar a um laudo final. Esses trabalhos tomam tempo. Mas há um esforço da Braskem para concluí-los e apresentar as informações", afirmou Alexandre de Castro, que acrescentou também que há uma preocupação com a comunidade no período chuvoso e que especialistas passaram instruções do que fazer no bairro até os serem estudos concluídos, uma delas sistema de drenagem.
Antonio Carlos Bacelar Nunes, da CPRM, disse que "precisamos ter tranquilidade para analisar esses dados e ter uma informação correta, precisa. Depois de concluídos, vamos submeter os relatórios a quem de direito for para chancelar nosso trabalho". Segundo ele, o serviço geológico está em contato com 2 especialistas americanos para discutir a situação", acrescenta o diretor.
A audiência acontece em blocos temáticos, com discussões que envolvem representantes do Ministério de Minas e Energia; da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM); da Braskem e da Agência Nacional de Mineração (ANM), Prefeitura de Maceió, Defesa Civil de Alagoas, a Caixa Seguradora, Ministério do Desenvolvimento Regional, Ministério Público de Alagoas, da Procuradoria Geral da República, do Tribunal de Justiça de Alagoas, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Defensoria Pública.
Antonio Carlos Bacelar, um dos diretores da CPRM, prometeu agilizar os trabalhos de investigação, com relatório pronto e soluções identificadas para o fim do mês de abril. A bancada federal de Alagoas se fez presente na audiência, ouvindo especialistas. A audiência foi proposta pelo senador Rodrigo Cunha.
"Vamos fazer o possível para entregar o relatório até o fim de abril. Mas nada impede que organismos municipal, estadual e federal comecem a trabalhar para uma emergência futura no bairro do Pinheiro. O bairro está em constante movimentação e a preocupação é maior na quadra da chuva, que está se aproximando. É preciso que todos estejam trabalhando no sentido de evitar consequência danosa à vida do ser humano", afirma o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM.
José Brineso Torres, da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), informou, durante a sessão no Senado Federal, que a empresa pública suspendeu auditorias comerciais e o corte e que também foram priorizados desligamentos de quem está deixando as casas, com equipes 24h de plantão para fazer isso.
Sobre a atuação da Braskem no Pinheiro - questionada pelas autoridades e apontada como motivo de origem das rachaduras - Alexandre de Castro, diretor de negócios da Companhia, justifica que três sondas estão em operação no bairro para estudos e mais duas devem chegar. "A ideia é acelerar os processos para o estudo com sonares, uma etapa importante para entender o que está acontecendo", afirma, dizendo também que uma empresa americana está fazendo estudos.
"Ainda é necessária uma série de ações para que a gente possa chegar a um laudo final. Esses trabalhos tomam tempo. Mas há um esforço da Braskem para concluí-los e apresentar as informações", afirmou Alexandre de Castro, que acrescentou também que há uma preocupação com a comunidade no período chuvoso e que especialistas passaram instruções do que fazer no bairro até os serem estudos concluídos, uma delas sistema de drenagem.
Antonio Carlos Bacelar Nunes, da CPRM, disse que "precisamos ter tranquilidade para analisar esses dados e ter uma informação correta, precisa. Depois de concluídos, vamos submeter os relatórios a quem de direito for para chancelar nosso trabalho". Segundo ele, o serviço geológico está em contato com 2 especialistas americanos para discutir a situação", acrescenta o diretor.
A audiência acontece em blocos temáticos, com discussões que envolvem representantes do Ministério de Minas e Energia; da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM); da Braskem e da Agência Nacional de Mineração (ANM), Prefeitura de Maceió, Defesa Civil de Alagoas, a Caixa Seguradora, Ministério do Desenvolvimento Regional, Ministério Público de Alagoas, da Procuradoria Geral da República, do Tribunal de Justiça de Alagoas, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Defensoria Pública.
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