Exame balístico tira Baixinho Boiadeiro da cena do crime contra o vereador Tony Pretinho
José Marcio Cavalcante de Melo, o Baixinho Boiadeiro, será ouvido, nesta quarta-feira (19), pelo homicídio do vereador de Batalha Tony Pretinho, em dezembro de 2017. A audiência será acompanhada pelos advogados do caso: Raimundo Palmeira e Edmilson Silva.
Baixinho se apresentou à Justiça de forma espontânea, em fevereiro deste ano, durante julgamento de um duplo homicídio em que também é acusado.
Ele era considerado foragido da Justiça e, ao comparecer ao julgamento, foi cumprido mandado de prisão pela Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC). Baixinho é apontado pela polícia alagoana como autor do assassinato do vereador Tony Carlos Silva de Medeiros. A defesa alega inocência de seu cliente.
Os advogados da família afirmam que tem como provar que o tiro que vitimou Tony Pretinho não saiu da arma de José Marcio. Em novembro do ano passado, foi realizado um exame de micro comparação balística no Instituto de Criminalística (IC) para verificar o calibre das armas dos suspeitos.
Para Edmilson Silva essa prova havia sido solicitada desde o início do processo e apesar da resistência da Justiça, o procedimento foi realizado no final de 2018. O advogado acredita que o resultado da perícia irá comprovar que a arma utilizada por Baixinho no confronto que teve com José Emílio Dantas, em novembro de 2017, após o assassinato de seu pai, Neguinho Boiadeiro, não é a mesma que foi usada contra Tony Pretinho.
A prisão de Baixinho ocorreu no intervalo do júri, em Maceió, e seus advogados disseram que seu cliente já queria se entregar, mas que devido a sua segurança, foi decidido que ele seria apresentado espontaneamente durante o julgamento.
O advogado Edmilson Silva (Tuca Maia), declara que não havia motivação nenhuma para Baixinho ter atentado contra a vida do vereador Tony Pretinho. Por sua vez, a polícia acredita que as motivações da morte seriam o fato de o suspeito achar que Tony teria ligação com o assassinato de seu pai, o Neguinho Boiadeiro.
“Tony era compadre de Baixinho e aliado político de seu pai, Adelmo Rodrigues de Melo, o Neguinho Boiadeiro. Ademais no dia do crime, a cidade de Batalha estava sitiada por forças policiais (em operação de guerra) e não tinha como Baixinho entrar no município já que o mesmo já estava ausente com mandado de prisão aberto devido à troca de tiros com José Emílio. Seguimos na defesa de cabeça erguida e confiamos na justiça Alagoana no sentido de provar a inocência de nosso cliente”, afirmou Tuca Maia.
O advogado ressalta ainda que o que existe contra Baixinho é uma suposta Balística, realizada pelo Estado na cena do crime de troca de tiro na residência de José Emílio, onde a polícia afirma que a arma que Baixinho atirou em José Emílio foi a mesma que foi usada no assassinato do vereador Tony Pretinho.
“Esta acusação não se sustenta, pois a arma que meu cliente utilizara em confronto com José Emílio era uma pistola calibre .45 e o vereador Tony foi alvejado com arma calibre 9 milímetros. A arma de José Marcio foi entregue e periciada no Instituto de criminalista e lá ficou comprovado que é uma pistola .45 e essa arma não tem nenhuma relação na cena do crime do Vereador Tony”, explicou Tuca Maia.
Baixinho se apresentou à Justiça de forma espontânea, em fevereiro deste ano, durante julgamento de um duplo homicídio em que também é acusado.
Ele era considerado foragido da Justiça e, ao comparecer ao julgamento, foi cumprido mandado de prisão pela Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC). Baixinho é apontado pela polícia alagoana como autor do assassinato do vereador Tony Carlos Silva de Medeiros. A defesa alega inocência de seu cliente.
Os advogados da família afirmam que tem como provar que o tiro que vitimou Tony Pretinho não saiu da arma de José Marcio. Em novembro do ano passado, foi realizado um exame de micro comparação balística no Instituto de Criminalística (IC) para verificar o calibre das armas dos suspeitos.
Para Edmilson Silva essa prova havia sido solicitada desde o início do processo e apesar da resistência da Justiça, o procedimento foi realizado no final de 2018. O advogado acredita que o resultado da perícia irá comprovar que a arma utilizada por Baixinho no confronto que teve com José Emílio Dantas, em novembro de 2017, após o assassinato de seu pai, Neguinho Boiadeiro, não é a mesma que foi usada contra Tony Pretinho.
A prisão de Baixinho ocorreu no intervalo do júri, em Maceió, e seus advogados disseram que seu cliente já queria se entregar, mas que devido a sua segurança, foi decidido que ele seria apresentado espontaneamente durante o julgamento.
O advogado Edmilson Silva (Tuca Maia), declara que não havia motivação nenhuma para Baixinho ter atentado contra a vida do vereador Tony Pretinho. Por sua vez, a polícia acredita que as motivações da morte seriam o fato de o suspeito achar que Tony teria ligação com o assassinato de seu pai, o Neguinho Boiadeiro.
“Tony era compadre de Baixinho e aliado político de seu pai, Adelmo Rodrigues de Melo, o Neguinho Boiadeiro. Ademais no dia do crime, a cidade de Batalha estava sitiada por forças policiais (em operação de guerra) e não tinha como Baixinho entrar no município já que o mesmo já estava ausente com mandado de prisão aberto devido à troca de tiros com José Emílio. Seguimos na defesa de cabeça erguida e confiamos na justiça Alagoana no sentido de provar a inocência de nosso cliente”, afirmou Tuca Maia.
O advogado ressalta ainda que o que existe contra Baixinho é uma suposta Balística, realizada pelo Estado na cena do crime de troca de tiro na residência de José Emílio, onde a polícia afirma que a arma que Baixinho atirou em José Emílio foi a mesma que foi usada no assassinato do vereador Tony Pretinho.
“Esta acusação não se sustenta, pois a arma que meu cliente utilizara em confronto com José Emílio era uma pistola calibre .45 e o vereador Tony foi alvejado com arma calibre 9 milímetros. A arma de José Marcio foi entregue e periciada no Instituto de criminalista e lá ficou comprovado que é uma pistola .45 e essa arma não tem nenhuma relação na cena do crime do Vereador Tony”, explicou Tuca Maia.
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