Audiência pública vai discutir programa de tratamento de glaucoma em Alagoas
Uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) vai debater o problema na execução do programa de tratamento de glaucoma, que funciona com uma redução dos recursos há mais de um ano. A sessão será na segunda-feira (18), às 9h, no plenário da ALE, no centro de Maceió.
Em 2017, o valor do repasse destinado ao tratamento de glaucoma no estado foi reduzido de R$ 24,5 milhões para quase 4,4 milhões anual devido ao golpe do falso glaucoma. Na época, cinco pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal (PF).
Com isso, a distribuição de colírios na capital chegou a ser suspensa até que o fosse feito o recadastramento dos pacientes no programa. A distribuição foi retomada em janeiro deste ano.
Para a ALE, o corte da verba reduziu não só o volume de atendimento aos pacientes pelas sete clínicas oftalmológicas habilitadas para prestar o serviço através de convênio com o município e Governo Federal, como também ocasionou a suspensão da dispensa dos colírios.
A audiência foi convocada pelo deputado estadual Davi Davino (PP). Ele disse que representantes das clínicas afirmaram que informaram à Secretaria Municipal da Saúde que só vão garantir o atendimento à população via SUS até o dia 31 de março.
“Como a pauta de Saúde sempre foi uma das maiores bandeiras do nosso mandato, fui procurado por muitos pacientes diagnosticados com glaucoma que estão desesperados com a possibilidade de ficarem cegos sem o tratamento adequado. Em Maceió mais de 12 mil glaucomosos ficariam prejudicados”, afirmou Davino.
Para a audiência, foram convocados representantes do Ministério da Saúde, das Secretarias da Saúde Estadual e Municipal, a Defensoria Pública de Alagoas, as sete empresas prestadoras do serviço do programa conveniado, médicos especialistas no tema, deputados estaduais e a população em geral.
“Fui informado que esse corte de recursos do programa só aconteceu em Alagoas. Precisamos saber o porquê isso só vem ocorrendo aqui. A intenção em convocar essas autoridades é trazer todos os atores que tenham relação com o programa, para que através do diálogo se estabeleça o papel da cada um na solução do problema. A preocupação é grande. O glaucoma é uma doença que causa cegueira irreversível e atinge 4% da população mundial. Aqui em Alagoas serão mais milhares de prejudicados a partir de abril se não agirmos rápido”, completou Davi Davino.
Em 2017, o valor do repasse destinado ao tratamento de glaucoma no estado foi reduzido de R$ 24,5 milhões para quase 4,4 milhões anual devido ao golpe do falso glaucoma. Na época, cinco pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal (PF).
Com isso, a distribuição de colírios na capital chegou a ser suspensa até que o fosse feito o recadastramento dos pacientes no programa. A distribuição foi retomada em janeiro deste ano.
Para a ALE, o corte da verba reduziu não só o volume de atendimento aos pacientes pelas sete clínicas oftalmológicas habilitadas para prestar o serviço através de convênio com o município e Governo Federal, como também ocasionou a suspensão da dispensa dos colírios.
A audiência foi convocada pelo deputado estadual Davi Davino (PP). Ele disse que representantes das clínicas afirmaram que informaram à Secretaria Municipal da Saúde que só vão garantir o atendimento à população via SUS até o dia 31 de março.
“Como a pauta de Saúde sempre foi uma das maiores bandeiras do nosso mandato, fui procurado por muitos pacientes diagnosticados com glaucoma que estão desesperados com a possibilidade de ficarem cegos sem o tratamento adequado. Em Maceió mais de 12 mil glaucomosos ficariam prejudicados”, afirmou Davino.
Para a audiência, foram convocados representantes do Ministério da Saúde, das Secretarias da Saúde Estadual e Municipal, a Defensoria Pública de Alagoas, as sete empresas prestadoras do serviço do programa conveniado, médicos especialistas no tema, deputados estaduais e a população em geral.
“Fui informado que esse corte de recursos do programa só aconteceu em Alagoas. Precisamos saber o porquê isso só vem ocorrendo aqui. A intenção em convocar essas autoridades é trazer todos os atores que tenham relação com o programa, para que através do diálogo se estabeleça o papel da cada um na solução do problema. A preocupação é grande. O glaucoma é uma doença que causa cegueira irreversível e atinge 4% da população mundial. Aqui em Alagoas serão mais milhares de prejudicados a partir de abril se não agirmos rápido”, completou Davi Davino.
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