Dia da Mulher é marcado por ato e caminhada em prol de direitos sociais
Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta sexta-feira (8), foi marcado em Maceió por um grande ato no Centro da cidade. Cerca de duas mil famílias saíram da Praça Deodoro em caminhada como parte de um manifesto em prol de direitos sociais, em especial o fim feminicídio, que só no início deste ano de 2019 fez mais de 100 vítimas fatais em todo o Brasil.
Denominado de "Mulheres que lutam", o ato também teve como exigências a criação de Delegacias da Mulher no interior de Alagoas, visto que elas só foram instaladas na capital e em Arapiraca, e a implantação de mais políticas públicas. Os participantes ainda repudiaram a Reforma da Previdência, que pretende aumentar a idade para a aposentadoria da mulher.
Segundo a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Estado, Rilda Alves, esse é um dia de resistência feminina e deve ser lembrado por toda a sociedade. Ela afirmou, porém, não estar marcada nenhuma audiência ou reunião com órgãos do poder público. O ato de mobilização foi finalizado na orla lagunar, onde aconteceu uma dança de ciranda e a distribuição de alimentos para a comunidade.
Além da Praça Deodoro, as famílias acampam ainda na Praça dos Martírios. "É preciso lutarmos bravamente, e não somente no dia de hoje, mas durante o ano todo. Esta luta é nossa, esta luta é do povo. E os locais escolhidos para o acampamento são estratégicos. As famílias chegaram ontem e ficam por tempo indeterminado. Parte delas, porém, volta as suas cidades hoje".
Membro da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres, Lenilda Lima destacou que o eixo da luta é a busca pelos "direitos atacados de forma histórica e constante". A morte de Marielle, vereadora pelo Rio de Janeiro que foi assassinada em março do ano passado e até hoje não foi solucionada, também foi lembrada pelos participantes do ato nesta sexta-feira.
"Elegemos Marielle, uma militante, guerreira, que nos deixou, mas lutando até o fim. Somado a isso, temos a luta contra a impunidade, já que o autor do crime não apareceu. É necessário debater, dialogar com a sociedade na busca por um país melhor, mais igualitário", disse.
A caminhada em protesto conta com carro de som, com gritos de ordem, faixas e bandeiras trazendo mensagens fortes de luta em prol dos direitos sociais. Dentre as duas mil famílias, várias delas são de assentamentos do interior, além de representantes dos Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e de Libertação dos Sem Terra (MLST), Via do Trabalho e CPT.
Denominado de "Mulheres que lutam", o ato também teve como exigências a criação de Delegacias da Mulher no interior de Alagoas, visto que elas só foram instaladas na capital e em Arapiraca, e a implantação de mais políticas públicas. Os participantes ainda repudiaram a Reforma da Previdência, que pretende aumentar a idade para a aposentadoria da mulher.
Segundo a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Estado, Rilda Alves, esse é um dia de resistência feminina e deve ser lembrado por toda a sociedade. Ela afirmou, porém, não estar marcada nenhuma audiência ou reunião com órgãos do poder público. O ato de mobilização foi finalizado na orla lagunar, onde aconteceu uma dança de ciranda e a distribuição de alimentos para a comunidade.
Além da Praça Deodoro, as famílias acampam ainda na Praça dos Martírios. "É preciso lutarmos bravamente, e não somente no dia de hoje, mas durante o ano todo. Esta luta é nossa, esta luta é do povo. E os locais escolhidos para o acampamento são estratégicos. As famílias chegaram ontem e ficam por tempo indeterminado. Parte delas, porém, volta as suas cidades hoje".
Membro da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres, Lenilda Lima destacou que o eixo da luta é a busca pelos "direitos atacados de forma histórica e constante". A morte de Marielle, vereadora pelo Rio de Janeiro que foi assassinada em março do ano passado e até hoje não foi solucionada, também foi lembrada pelos participantes do ato nesta sexta-feira.
"Elegemos Marielle, uma militante, guerreira, que nos deixou, mas lutando até o fim. Somado a isso, temos a luta contra a impunidade, já que o autor do crime não apareceu. É necessário debater, dialogar com a sociedade na busca por um país melhor, mais igualitário", disse.
A caminhada em protesto conta com carro de som, com gritos de ordem, faixas e bandeiras trazendo mensagens fortes de luta em prol dos direitos sociais. Dentre as duas mil famílias, várias delas são de assentamentos do interior, além de representantes dos Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e de Libertação dos Sem Terra (MLST), Via do Trabalho e CPT.
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