20 casos de feminicídio e mais de 1.300 casos de violência doméstica foram registrados em 2018, em Alagoas
Dia 8 de março é Dia Internacional da Mulher, mas as mulheres brasileiras ainda possuem um longo caminho pela frente pela garantia de direitos, igualdade e sobretudo de luta contra a violência, física, psicológica e o feminicídio. Essa luta diária é registrada através de números, de mulheres que viraram estatísticas, mas que perderam a vida e a liberdade de ser devido a crimes cometidos pelos próprios companheiros.
De acordo com a pesquisa "Visível e Invisível – A Vitimização de Mulheres no Brasil 2ª Edição", realizada pelo Datafolha e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada minuto de em 2018 nove mulheres foram vítimas de alguma tipo de agressão. Também em 2018, as duas delegacias especializadas de Defesa da Mulher, em Maceió, registraram 1.302 casos de violência doméstica e familiar, sendo que 725 mulheres foram ameaçadas por seus companheiros.
Apesar do grande número de denúncias, algumas mulheres ainda sofrem violência e abuso em silêncio, e esses casos muitas vezes resultam em homicídio. Como demonstra dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP/AL), que 20 alagoanas foram assassinadas por seus companheiros. Como foi caso da professora Cenira Angélica, morta, com 20 golpes de arma branca, na noite do dia 03 de março de 2018, pelo namorado José Ricardo, que está foragido da justiça.
Mesmo com os dados alarmantes, em Alagoas, apenas Maceió e Arapiraca possem Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, o que é uma das causas na desistência das denúncias.
Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), até fevereiro deste ano, 94% dos atendimentos da Rede de Atenção às Vítimas de Violência Sexual (RAVVS) são mulheres, 269 mulheres de um total de 284 atendimentos.
De acordo com a coordenadora da RAVVS, Camile Wanderley, a equipe já consegue ver um número expressivo de vítimas que conseguiram reunir coragem de denunciar. "A população começa a ter um entendimento sobre onde deve procurar ajuda. Boa parte desses casos é de mulheres que, muitas vezes, não se sentiam seguras em ir à delegacia denunciar. Que não sabiam como proceder diante de violências de caráter machista e de persistência contínua", destacou.
Para denunciar casos de violência e abuso, as mulheres podem registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia mais próxima, ligar para o número 180 para denunciar crimes contra a mulher, ou o 181, do Disque Denúncia. A denúncia não precisa ser realizada pela vítima, qualquer pessoa que presenciar casos de violência pode entrar em contato com a polícia.
De acordo com a pesquisa "Visível e Invisível – A Vitimização de Mulheres no Brasil 2ª Edição", realizada pelo Datafolha e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada minuto de em 2018 nove mulheres foram vítimas de alguma tipo de agressão. Também em 2018, as duas delegacias especializadas de Defesa da Mulher, em Maceió, registraram 1.302 casos de violência doméstica e familiar, sendo que 725 mulheres foram ameaçadas por seus companheiros.
Apesar do grande número de denúncias, algumas mulheres ainda sofrem violência e abuso em silêncio, e esses casos muitas vezes resultam em homicídio. Como demonstra dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP/AL), que 20 alagoanas foram assassinadas por seus companheiros. Como foi caso da professora Cenira Angélica, morta, com 20 golpes de arma branca, na noite do dia 03 de março de 2018, pelo namorado José Ricardo, que está foragido da justiça.
Mesmo com os dados alarmantes, em Alagoas, apenas Maceió e Arapiraca possem Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, o que é uma das causas na desistência das denúncias.
Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), até fevereiro deste ano, 94% dos atendimentos da Rede de Atenção às Vítimas de Violência Sexual (RAVVS) são mulheres, 269 mulheres de um total de 284 atendimentos.
De acordo com a coordenadora da RAVVS, Camile Wanderley, a equipe já consegue ver um número expressivo de vítimas que conseguiram reunir coragem de denunciar. "A população começa a ter um entendimento sobre onde deve procurar ajuda. Boa parte desses casos é de mulheres que, muitas vezes, não se sentiam seguras em ir à delegacia denunciar. Que não sabiam como proceder diante de violências de caráter machista e de persistência contínua", destacou.
Para denunciar casos de violência e abuso, as mulheres podem registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia mais próxima, ligar para o número 180 para denunciar crimes contra a mulher, ou o 181, do Disque Denúncia. A denúncia não precisa ser realizada pela vítima, qualquer pessoa que presenciar casos de violência pode entrar em contato com a polícia.
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