Pelo Instagram, jovem denuncia padrasto por estupro contra ela e sua mãe na Bahia
A jovem Eva Luana da Silva, de 21 anos, relatou em cinco posts no Instagram, na terça-feira (19), que ela e a mãe foram violentadas e torturadas durante anos pelo padrasto, que está preso desde o dia 13 de fevereiro. À Polícia Civil, ele nega as acusações.
Eva, que é de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (BA), conta que o "caos" começou quando ela tinha 12 anos. Ela relata que a mãe era vítima do homem e que depois ela passou a ser violentada por ele também.
"Minha mãe era agredida, abusada, violada e torturada quase todos os dias. Meu padrasto era obsessivo e ciumento com ela. Resumindo de uma maneira geral, ela era agredida com chutes, joelhadas, objetos. Era abusada sexualmente de todas as formas possíveis. Era obrigada a tomar bebidas até vomitar e quando vomitava tinha que tomar o próprio vômito como castigo. Ele começou a me abusar sexualmente. Eu tinha nojo, repulsa, ódio e não entendia porque aquilo acontecia comigo. Me sentia uma criança estranha e diferente das outras", disse Eva.
A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Camaçari disse que Eva prestou depoimento no dia 30 de janeiro e que a mãe dela confirmou as denúncias da filha.
Eva disse que está sob proteção judicial e disse que tornou o assunto público para que outras mulheres se sintam encorajadas a denunciar casos do tipo.
"Compartilhem e propaguem para que outras garotas tenham forças pra denunciar e para que o meu caso seja exposto pra toda a sociedade", escreveu a jovem.
Eva, que é de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (BA), conta que o "caos" começou quando ela tinha 12 anos. Ela relata que a mãe era vítima do homem e que depois ela passou a ser violentada por ele também.
"Minha mãe era agredida, abusada, violada e torturada quase todos os dias. Meu padrasto era obsessivo e ciumento com ela. Resumindo de uma maneira geral, ela era agredida com chutes, joelhadas, objetos. Era abusada sexualmente de todas as formas possíveis. Era obrigada a tomar bebidas até vomitar e quando vomitava tinha que tomar o próprio vômito como castigo. Ele começou a me abusar sexualmente. Eu tinha nojo, repulsa, ódio e não entendia porque aquilo acontecia comigo. Me sentia uma criança estranha e diferente das outras", disse Eva.
A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Camaçari disse que Eva prestou depoimento no dia 30 de janeiro e que a mãe dela confirmou as denúncias da filha.
Eva disse que está sob proteção judicial e disse que tornou o assunto público para que outras mulheres se sintam encorajadas a denunciar casos do tipo.
"Compartilhem e propaguem para que outras garotas tenham forças pra denunciar e para que o meu caso seja exposto pra toda a sociedade", escreveu a jovem.
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