Associação de Cabos e Soldados quer militares de Alagoas fora da reforma da Previdência
A ausência dos militares no texto entregue pelo governo para a Reforma da Previdência não significa que eles também não enfrentarão mudanças em seu regime. A versão para a categoria, a ser encaminhada em março, pode aumentar de 7,5% para 10,5% a alíquota de desconto para quando forem para a reforma. Isso é considerado perda, pelo menos para os cabos e soldados.
Segundo o presidente da Associação de Cabos e Soldados de Alagoas, Cabo Wellington Silva, como são privados de vários direitos trabalhistas, espera-se que o presidente Jair Bolsonaro faça o que anunciou na campanha e deixe a categoria fora de qualquer reforma previdenciária.
"O próprio presidente, depois de eleito, disse que entendia que nossa situação era diferenciada, justamente porque não gozamos de muitos dos direitos da maioria dos cidadãos. Por isso, prefiro aguardar o que vai ser encaminhado à Câmara", disse Wellington.
Para o representante dos militares, o aumento da alíquota não pode ser interpretado como sendo uma parte da "cota de sacrifício" da categoria. Se for confirmada a alteração, será encarado como perda para a categoria.
"Para nós, é uma perda, por conta de não termos direito a carga horária definida, não podemos ter outra atividade remunerada por sermos dedicação exclusiva, somos uma atividade de risco durante a ativa e até mesmo depois da reserva, ainda temos problemas. É uma função muito estressante", lembrou o presidente da ACS.
Segundo o presidente da Associação de Cabos e Soldados de Alagoas, Cabo Wellington Silva, como são privados de vários direitos trabalhistas, espera-se que o presidente Jair Bolsonaro faça o que anunciou na campanha e deixe a categoria fora de qualquer reforma previdenciária.
"O próprio presidente, depois de eleito, disse que entendia que nossa situação era diferenciada, justamente porque não gozamos de muitos dos direitos da maioria dos cidadãos. Por isso, prefiro aguardar o que vai ser encaminhado à Câmara", disse Wellington.
Para o representante dos militares, o aumento da alíquota não pode ser interpretado como sendo uma parte da "cota de sacrifício" da categoria. Se for confirmada a alteração, será encarado como perda para a categoria.
"Para nós, é uma perda, por conta de não termos direito a carga horária definida, não podemos ter outra atividade remunerada por sermos dedicação exclusiva, somos uma atividade de risco durante a ativa e até mesmo depois da reserva, ainda temos problemas. É uma função muito estressante", lembrou o presidente da ACS.
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