Após carta com ameaças, Conseg determina reforço na segurança de oficiais da PM
Após a descoberta de um plano para matar dois tenentes-coronéis da Polícia Militar de Alagoas, o presidente do Conselho Estadual de Segurança (Conseg), Antônio Carlos Gouveia, informou à Gazetaweb, na manhã desta quarta-feira (20), que vai disponibilizar seguranças para proteção de ambos os militares.
Na última segunda-feira (18), uma carta endereçada ao diretor do Presídio Militar informa um suposto plano para matar dois oficiais da PM: os tenentes-coronéis Rocha Lima, atualmente subcomandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI), e Paulo Eugênio.
O suposto plano estaria sendo encabeçado pelo cabo PM Johnerson Simões Marcelino, recluso no Presídio Militar desde março de 2017, sob a acusação de homicídio.
Cacá Gouveia disse que assim que tomou conhecimento da carta encaminhada ao diretor do Presídio Militar acionou o setor de inteligência para apurar as ameaças, mas adiantou que, até que tudo seja apurado, os militares terão seguranças à sua disposição.
"Assim que tomei conhecimento, determinei que o serviço de inteligência apure essas ameaças. É inaceitável qualquer tipo de ameaça. Mas, até que tudo esteja esclarecido, nós disponibilizamos seguranças para os dois militares, porque é preciso resguardar a vida deles", explicou.
O presidente do Conseg disse que convocou o tenente-coronel Paulo Eugênio para relatar o caso. Além disso, Cacá Gouveia afirmou que estuda sugerir a transferência do acusado para outra unidade prisional, para que fique isolado dos demais reeducandos. Ele ressaltou que esta medida só deve acontecer se for confirmada a autoria das ameaças.
Na última segunda-feira (18), uma carta endereçada ao diretor do Presídio Militar informa um suposto plano para matar dois oficiais da PM: os tenentes-coronéis Rocha Lima, atualmente subcomandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI), e Paulo Eugênio.
O suposto plano estaria sendo encabeçado pelo cabo PM Johnerson Simões Marcelino, recluso no Presídio Militar desde março de 2017, sob a acusação de homicídio.
Cacá Gouveia disse que assim que tomou conhecimento da carta encaminhada ao diretor do Presídio Militar acionou o setor de inteligência para apurar as ameaças, mas adiantou que, até que tudo seja apurado, os militares terão seguranças à sua disposição.
"Assim que tomei conhecimento, determinei que o serviço de inteligência apure essas ameaças. É inaceitável qualquer tipo de ameaça. Mas, até que tudo esteja esclarecido, nós disponibilizamos seguranças para os dois militares, porque é preciso resguardar a vida deles", explicou.
O presidente do Conseg disse que convocou o tenente-coronel Paulo Eugênio para relatar o caso. Além disso, Cacá Gouveia afirmou que estuda sugerir a transferência do acusado para outra unidade prisional, para que fique isolado dos demais reeducandos. Ele ressaltou que esta medida só deve acontecer se for confirmada a autoria das ameaças.
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