Defensoria ingressa com ação para garantir exames para pessoas com HIV/Aids
Os defensores públicos do Núcleo de Direitos Coletivos e Humanos, Karina Basto e Daniel Alcoforado, ingressaram, nesta sexta-feira, 15, com uma ação civil pública contra o Estado de Alagoas, solicitando a regularização da distribuição de insumos e realização de exames laboratoriais específicos a prevenção e tratamento de coinfecções e infecções oportunistas aos pacientes usuários da rede pública de saúde e portadores de HIV/AIDS.
De acordo com informações coletadas pelos defensores públicos junto à Superintendência de Vigilância em Saúde do Estado, os exames voltados ao diagnóstico da Hepatite, Citomegalovirus, Herpes Eisten Barr, HTLV e Toxoplasmose, tiveram seu fornecimento suspenso em virtude da má gerência nos procedimentos de compra dos insumos utilizados nos exames. A compra dos insumos é de responsabilidade da Secretaria do Estado da Saúde, com oferta dos serviços pelo Laboratório Central de Alagoas (LACEN).
“Enquanto se resolve o impasse administrativo de um simples procedimento de aquisição, um considerável número de pessoas infectadas com HIV em nosso Estado, hoje estimado em 7.583 indivíduos, está à mercê da própria sorte ou da ajuda de terceiros para conseguir acesso aos exames necessários ao controle das reiteradas infecções advindas da imunodeficiência que lhes acomete a saúde e põe em risco suas vidas”, explicam os defensores.
Na ação, os defensores relembram que o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos, confeccionado em 2018 pelo Ministério da Saúde, determina que todas as pessoas diagnosticadas com o vírus devem, além de receber o tratamento adequado ao controle da enfermidade, ser rastreadas e investigadas sobre eventual infecção por outros vírus e vacinados.
Além disso, na ação, os defensores também ressaltam que a saúde é um direito fundamental e a oferta de exames destinados ao diagnóstico eficaz de comorbidades e ao controle de infecções oportunistas aos portadores de HIV constitui-se política de saúde pública.
Os defensores públicos apontaram, ainda, para o fato do Estado receber da União valores anuais na ordem de mais de R$ 2 milhões destinados às ações de vigilância, prevenção e controle das DST/AIDS, incluindo a realização de exames, o que demonstra cobertura financeira para a execução adequada da política pública cobrada através da ação coletiva.
O Núcleo de Direitos Coletivos vem atuando em favor das políticas públicas aos soropositivos desde o ano passado, tendo realizado reuniões com gestores da saúde pública e pacientes, a fim de solucionar administrativamente as demandas que tem prejudicado o tratamento dos portadores de HIV/AIDS.
No entanto, em razão da impossibilidade de solução extrajudicial, os defensores públicos, além desta ação interposta no dia de hoje, já ingressaram com outra ação coletiva, na semana passada, solicitando a regularização da oferta de dezenas de medicamentos, que não estão sendo distribuídos continuamente.
De acordo com informações coletadas pelos defensores públicos junto à Superintendência de Vigilância em Saúde do Estado, os exames voltados ao diagnóstico da Hepatite, Citomegalovirus, Herpes Eisten Barr, HTLV e Toxoplasmose, tiveram seu fornecimento suspenso em virtude da má gerência nos procedimentos de compra dos insumos utilizados nos exames. A compra dos insumos é de responsabilidade da Secretaria do Estado da Saúde, com oferta dos serviços pelo Laboratório Central de Alagoas (LACEN).
“Enquanto se resolve o impasse administrativo de um simples procedimento de aquisição, um considerável número de pessoas infectadas com HIV em nosso Estado, hoje estimado em 7.583 indivíduos, está à mercê da própria sorte ou da ajuda de terceiros para conseguir acesso aos exames necessários ao controle das reiteradas infecções advindas da imunodeficiência que lhes acomete a saúde e põe em risco suas vidas”, explicam os defensores.
Na ação, os defensores relembram que o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos, confeccionado em 2018 pelo Ministério da Saúde, determina que todas as pessoas diagnosticadas com o vírus devem, além de receber o tratamento adequado ao controle da enfermidade, ser rastreadas e investigadas sobre eventual infecção por outros vírus e vacinados.
Além disso, na ação, os defensores também ressaltam que a saúde é um direito fundamental e a oferta de exames destinados ao diagnóstico eficaz de comorbidades e ao controle de infecções oportunistas aos portadores de HIV constitui-se política de saúde pública.
Os defensores públicos apontaram, ainda, para o fato do Estado receber da União valores anuais na ordem de mais de R$ 2 milhões destinados às ações de vigilância, prevenção e controle das DST/AIDS, incluindo a realização de exames, o que demonstra cobertura financeira para a execução adequada da política pública cobrada através da ação coletiva.
O Núcleo de Direitos Coletivos vem atuando em favor das políticas públicas aos soropositivos desde o ano passado, tendo realizado reuniões com gestores da saúde pública e pacientes, a fim de solucionar administrativamente as demandas que tem prejudicado o tratamento dos portadores de HIV/AIDS.
No entanto, em razão da impossibilidade de solução extrajudicial, os defensores públicos, além desta ação interposta no dia de hoje, já ingressaram com outra ação coletiva, na semana passada, solicitando a regularização da oferta de dezenas de medicamentos, que não estão sendo distribuídos continuamente.
Últimas Notícias
Esporte
Torcedores do ASA protestam com faixas nos portões do Fumeirão, em Arapiraca
Justiça
Mendonça proíbe CPMI do INSS de acessar dados de Vorcaro em sala-cofre
Brasil / Mundo
Casal estava se beijando em moto aquática quando foi atropelado por 'barco pirata' em SC
Brasil / Mundo
Socorrista do Samu morre em acidente de trânsito a caminho de ocorrência
Entretenimento
Record e Disney confirmam Leandro Hassum como apresentador da Casa do Patrão
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Debate sobre o dia 18 de maio em São Sebastião
TV JÁ É

