Culminância do Projeto Alagoas Nossa Terra na Escola terá apresentações de Pastoril e Guerreiro mirim
Música, dança, artesanato e cultura serão os destaques no encerramento do ‘Projeto Alagoas Nossa Terra na Escola’, trabalhado na comunidade do Fernão Velho, em Maceió.
A festividade - que é aberta ao público e ocorre no pátio da Escola Municipal Hermínio Cardoso, a partir das 16 horas, deste domingo, dia 17 de fevereiro - conclui os trabalhos desenvolvidos com cerca de 300 estudantes, entre 6 e 16 anos, que aprenderam sobre os folguedos populares: Pastoril, Bumba meu boi e Guerreiro.
O Alagoas Nossa Terra na Escola apresenta sua última fase, nominada tempo de compartilhar, onde serão mostrados os trabalhos desenvolvidos na escola desde abril de 2018, nas etapas: ‘tempo de engajar, tempo de conhecer e tempo de desenvolver’.
Foi um ano de atividades intensas, com palestras, oficinas e apresentações de mestres e grupos folclóricos maceioenses, criando o Pastoril mirim, formado por estudantes de 6 a 10 anos, e o Guerreiro Mirim, formado por alunos de 10 a 16 anos, da Escola Hermínio Cardoso.
O ‘Alagoas Nossa Terra na Escola foi desenvolvido pelo Instituto Boibumbarte de Cultura, que agora atua como Ponto de Cultura, e conta com o patrocínio da Prefeitura de Maceió, através da Fundação Municipal de Ação Cultural, do Projeto Cultura Viva, da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, e Governo Federal.
O 1º momento, “tempo de engajar” foi voltado para pais, funcionários, professores e direção escolar. A fase seguinte, “tempo de conhecer” realizou oficinas lúdicas sobre os folguedos. A terceira etapa do projeto “tempo de desenvolver”, os alunos participaram de oficinas de música, dança/cênica, e indumentária/artesanato, e a 4ª fase do projeto, “tempo de compartilhar”, será mostrada neste domingo, com as apresentações culturais, contação de histórias, com Carla Ferraz, e exposição de artesanato.
E finalizando o domingo, haverá apresentação do grupo Clowns de Quinta, que irá apresentar um belo espetáculo de palhaçaria, mágica e muita música de carnaval para fazer toda a comunidade escolar se divertir.
“Encerramos um projeto com valores transformadores, onde o corpo escolar pôde aprender sobre os folguedos, tivemos palestras com a presença do Mestre André, do Guerreiro Mensageiros do Padre Cícero, e de Lucineide Medeiros, a Diana, do Pastoril Recordar é viver, ambos folguedos populares que estão desaparecendo da vivência dos alagoanos e precisamos fazer o resgate cultural. O projeto mostrou para as crianças o quão importantes são essas manifestações folclóricas, como é importante preservá-las e como é bom fazer parte desses folguedos”, informou Susie Cysneiros, diretora executiva do Instituto Boibumbarte.
Susie Cysneiros explicou que toda indumentária dos grupos de pastoril e guerreiro -desde as roupas até os adereços- foi produzido pelos estudantes da Escola Hermínio Cardoso. “O que permitiu o desenvolvimento de habilidades dos alunos nas áreas de música, dança e artes visuais, e ainda incentivamos o empreendedorismo”, concluiu.
Mais que um evento educacional, o ‘Alagoas Nossa Terra na Escola’ se tornou uma atividade de mobilização cultural, tanto para os estudantes quanto para a comunidade do Fernão Velho, que puderam ter pertencimento cultural e a possibilidade e transformação socioeconômica.
A festividade - que é aberta ao público e ocorre no pátio da Escola Municipal Hermínio Cardoso, a partir das 16 horas, deste domingo, dia 17 de fevereiro - conclui os trabalhos desenvolvidos com cerca de 300 estudantes, entre 6 e 16 anos, que aprenderam sobre os folguedos populares: Pastoril, Bumba meu boi e Guerreiro.
O Alagoas Nossa Terra na Escola apresenta sua última fase, nominada tempo de compartilhar, onde serão mostrados os trabalhos desenvolvidos na escola desde abril de 2018, nas etapas: ‘tempo de engajar, tempo de conhecer e tempo de desenvolver’.
Foi um ano de atividades intensas, com palestras, oficinas e apresentações de mestres e grupos folclóricos maceioenses, criando o Pastoril mirim, formado por estudantes de 6 a 10 anos, e o Guerreiro Mirim, formado por alunos de 10 a 16 anos, da Escola Hermínio Cardoso.
O ‘Alagoas Nossa Terra na Escola foi desenvolvido pelo Instituto Boibumbarte de Cultura, que agora atua como Ponto de Cultura, e conta com o patrocínio da Prefeitura de Maceió, através da Fundação Municipal de Ação Cultural, do Projeto Cultura Viva, da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, e Governo Federal.
O 1º momento, “tempo de engajar” foi voltado para pais, funcionários, professores e direção escolar. A fase seguinte, “tempo de conhecer” realizou oficinas lúdicas sobre os folguedos. A terceira etapa do projeto “tempo de desenvolver”, os alunos participaram de oficinas de música, dança/cênica, e indumentária/artesanato, e a 4ª fase do projeto, “tempo de compartilhar”, será mostrada neste domingo, com as apresentações culturais, contação de histórias, com Carla Ferraz, e exposição de artesanato.
E finalizando o domingo, haverá apresentação do grupo Clowns de Quinta, que irá apresentar um belo espetáculo de palhaçaria, mágica e muita música de carnaval para fazer toda a comunidade escolar se divertir.
“Encerramos um projeto com valores transformadores, onde o corpo escolar pôde aprender sobre os folguedos, tivemos palestras com a presença do Mestre André, do Guerreiro Mensageiros do Padre Cícero, e de Lucineide Medeiros, a Diana, do Pastoril Recordar é viver, ambos folguedos populares que estão desaparecendo da vivência dos alagoanos e precisamos fazer o resgate cultural. O projeto mostrou para as crianças o quão importantes são essas manifestações folclóricas, como é importante preservá-las e como é bom fazer parte desses folguedos”, informou Susie Cysneiros, diretora executiva do Instituto Boibumbarte.
Susie Cysneiros explicou que toda indumentária dos grupos de pastoril e guerreiro -desde as roupas até os adereços- foi produzido pelos estudantes da Escola Hermínio Cardoso. “O que permitiu o desenvolvimento de habilidades dos alunos nas áreas de música, dança e artes visuais, e ainda incentivamos o empreendedorismo”, concluiu.
Mais que um evento educacional, o ‘Alagoas Nossa Terra na Escola’ se tornou uma atividade de mobilização cultural, tanto para os estudantes quanto para a comunidade do Fernão Velho, que puderam ter pertencimento cultural e a possibilidade e transformação socioeconômica.
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