Polícia Civil revela que jovem sofreu estupro coletivo e foi morta a pauladas em Maceió
Com apenas 22 anos de idade, Joyce da Silva Alves é a segunda mulher brutalmente assassinada em Alagoas em menos de 15 dias, vítima da guerra entre facções. Após fazer o símbolo de uma facção rival em uma festa que participava, Joyce foi morta por dois homens e uma mulher.
Os suspeitos caminharam com Joyce durante duas horas em área de mata fechada no Village Campestre, em Maceió, onde a estupraram, torturaram, cortaram seus cabelos com uma faca e então a assassinaram a pauladas.
De acordo com a Polícia Civil, Joyce era usuária de drogas, mas, não pertencia, de fato, a uma facção criminosa, como suspeitavam os responsáveis pela morte da jovem. Logo após cometerem o crime, os suspeitos fincaram uma estaca em seu rosto e abandonaram o corpo, sendo localizado apenas após diligências policiais.
Além dos três suspeitos que foram presos pela participação direta na morte, outros quatro - sendo dois deles adolescentes e duas mulheres-, foram presos por participação no crime. Segundo a investigação, estes quatro teriam participação na tortura e no estupro. Um oitavo suspeito responderá apenas por receptar um celular da vítima.
O inquérito policial que investiga a morte aponta que Joyce passou toda a manhã e o começo da tarde de domingo, 10, sendo torturada e violentada pelo grupo. Ao apresentar o caso na tarde desta terça-feira, 12, em coletiva à imprensa, o secretário de Segurança Pública, Paulo Domingos Lima Júnior, afirmou que as facções são grande ameaça a soberania do país, apontando para a necessidade de ações.
"Diante da situação em que estamos vivendo, ou o país toma uma posição ou vai dominar o país todo", pontuou o secretário. Segundo ele, "as ações das facções estão tomando proporções que precisa ser entendidas pelas autoridades da Segurança Pública e, assim, tomar decisões no combate às facções criminosas".
Os suspeitos caminharam com Joyce durante duas horas em área de mata fechada no Village Campestre, em Maceió, onde a estupraram, torturaram, cortaram seus cabelos com uma faca e então a assassinaram a pauladas.
De acordo com a Polícia Civil, Joyce era usuária de drogas, mas, não pertencia, de fato, a uma facção criminosa, como suspeitavam os responsáveis pela morte da jovem. Logo após cometerem o crime, os suspeitos fincaram uma estaca em seu rosto e abandonaram o corpo, sendo localizado apenas após diligências policiais.
Além dos três suspeitos que foram presos pela participação direta na morte, outros quatro - sendo dois deles adolescentes e duas mulheres-, foram presos por participação no crime. Segundo a investigação, estes quatro teriam participação na tortura e no estupro. Um oitavo suspeito responderá apenas por receptar um celular da vítima.
O inquérito policial que investiga a morte aponta que Joyce passou toda a manhã e o começo da tarde de domingo, 10, sendo torturada e violentada pelo grupo. Ao apresentar o caso na tarde desta terça-feira, 12, em coletiva à imprensa, o secretário de Segurança Pública, Paulo Domingos Lima Júnior, afirmou que as facções são grande ameaça a soberania do país, apontando para a necessidade de ações.
"Diante da situação em que estamos vivendo, ou o país toma uma posição ou vai dominar o país todo", pontuou o secretário. Segundo ele, "as ações das facções estão tomando proporções que precisa ser entendidas pelas autoridades da Segurança Pública e, assim, tomar decisões no combate às facções criminosas".
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