Barragens são vistoriadas por órgãos estaduais e federais em Palmeira dos Índios
As barragens de Bálsamo e Cafurna, que ficam em Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas, estão sendo vistoriadas por órgãos estaduais e federais nesta terça-feira (12).
De acordo com a prefeitura da cidade, a vistoria está sendo realizada por técnicos e engenheiros do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Instituto Federal de Alagoas (Ifal), da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério Público Federal (MPF-AL) e outros órgãos.
“Já temos um laudo assinado pelo engenheiro José Antônio que já nos tranquiliza muito, porém é prudente buscar outras opiniões sobre o caso. Desta forma, estivemos visitando todos estes órgãos e pedindo que realizassem seus laudos após uma visita técnica nas barragens Cafurna e Bálsamo”, afirmou o prefeito Júlio Cézar.
Não há previsão para a divulgação do resultado da vistoria.
Apesar de a barragem Cafurna não estar no Relatório de Segurança de Barragens 2017 da Agência Nacional de Águas (ANA) e nem de aparecer na lista de 26 barragens em Alagoas que vão ter fiscalização priorizada, os moradores da comunidade indígena Xukuri-Kariri estão preocupados.
O Ibama, que é responsável pela fiscalização de barragens em terras indígenas, informou que a situação de Cafurna é a que apresenta maior risco de rompimento em todo o estado de Alagoas.
De acordo com a prefeitura da cidade, a vistoria está sendo realizada por técnicos e engenheiros do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Instituto Federal de Alagoas (Ifal), da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério Público Federal (MPF-AL) e outros órgãos.
“Já temos um laudo assinado pelo engenheiro José Antônio que já nos tranquiliza muito, porém é prudente buscar outras opiniões sobre o caso. Desta forma, estivemos visitando todos estes órgãos e pedindo que realizassem seus laudos após uma visita técnica nas barragens Cafurna e Bálsamo”, afirmou o prefeito Júlio Cézar.
Não há previsão para a divulgação do resultado da vistoria.
Apesar de a barragem Cafurna não estar no Relatório de Segurança de Barragens 2017 da Agência Nacional de Águas (ANA) e nem de aparecer na lista de 26 barragens em Alagoas que vão ter fiscalização priorizada, os moradores da comunidade indígena Xukuri-Kariri estão preocupados.
O Ibama, que é responsável pela fiscalização de barragens em terras indígenas, informou que a situação de Cafurna é a que apresenta maior risco de rompimento em todo o estado de Alagoas.
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