Padre chama pobres de 'raça miserável' no interior de Alagoas e é devolvido a Propriá
Um padre do município de Santana do Mundaú foi devolvido para a Diocese de Propriá, em Sergipe, por determinação da Arquidiocese de Maceió, após ele se referir às pessoas pobres como "raça miserável" em um vídeo gravado durante a festa da padroeira da cidade, realizada no dia 20 de janeiro.
Nas imagens, o sacerdote Givaldo Rocha critica a falta de compromisso e responsabilidade da população do município com a organização do tradicional festejo religioso, ao passo que elogia a administração pública. Na oportunidade, o padre faz comentários negativos ao se referir às pessoas pobres.
"Vocês abrem a boca para dizer que a desorganização é da administração pública. É mentira, pois a desorganização começa pelos filhos de Santana do Mundaú, que prometem as coisas e não cumprem [...] Eu costume dizer que a igreja fez a evangélica opção preferencial pelos pobres, mas pense numa raça miserável de lidar é pobre", expõe o padre ao falar para uma multidão de fiéis reunidos para a celebração.
O fato chegou ao conhecimento da Arquidiocese de Maceió, que proibiu o padre de celebrar missas no território alagoano e promoveu sua devolução para a paróquia de origem. Com a decisão, Givaldo Rocha deve voltar à Diocese de Propriá, em Sergipe.
O padre tem 54 anos de idade, é de origem sergipana e está prestes a completar 25 anos de sacerdócio.
A reportagem chegou a falar com a assessoria do religioso, mas esta informou que não comentaria nada a respeito do caso.
Confira, na íntegra, nota da Arquidiocese:
"A Arquidiocese de Maceió comunica que o padre Givaldo Rocha de Santana, da Diocese de Propiá, em Sergipe, que exercia a função de administrador paroquial na Paróquia Senhora Santa Ana, na cidade de Santana do Mundaú, não é *incardinado no Clero da Arquidiocese de Maceió. Portanto, o sacerdote estava no território arquidiocesano em experiência pastoral.
E, agora, por ordem do Arcebispo Metropolitano de Maceió, Dom Antônio Muniz Fernandes, no final do mês de fevereiro do corrente ano ele retorna a sua diocese de origem, em Propiá-SE.
*INCARDINAÇÃO: Termo jurídico canônico usado pela Igreja para exprimir o vínculo jurídico do sacerdote com a Arquidiocese."
Confira o vídeo:
Nas imagens, o sacerdote Givaldo Rocha critica a falta de compromisso e responsabilidade da população do município com a organização do tradicional festejo religioso, ao passo que elogia a administração pública. Na oportunidade, o padre faz comentários negativos ao se referir às pessoas pobres.
"Vocês abrem a boca para dizer que a desorganização é da administração pública. É mentira, pois a desorganização começa pelos filhos de Santana do Mundaú, que prometem as coisas e não cumprem [...] Eu costume dizer que a igreja fez a evangélica opção preferencial pelos pobres, mas pense numa raça miserável de lidar é pobre", expõe o padre ao falar para uma multidão de fiéis reunidos para a celebração.
O fato chegou ao conhecimento da Arquidiocese de Maceió, que proibiu o padre de celebrar missas no território alagoano e promoveu sua devolução para a paróquia de origem. Com a decisão, Givaldo Rocha deve voltar à Diocese de Propriá, em Sergipe.
O padre tem 54 anos de idade, é de origem sergipana e está prestes a completar 25 anos de sacerdócio.
A reportagem chegou a falar com a assessoria do religioso, mas esta informou que não comentaria nada a respeito do caso.
Confira, na íntegra, nota da Arquidiocese:
"A Arquidiocese de Maceió comunica que o padre Givaldo Rocha de Santana, da Diocese de Propiá, em Sergipe, que exercia a função de administrador paroquial na Paróquia Senhora Santa Ana, na cidade de Santana do Mundaú, não é *incardinado no Clero da Arquidiocese de Maceió. Portanto, o sacerdote estava no território arquidiocesano em experiência pastoral.
E, agora, por ordem do Arcebispo Metropolitano de Maceió, Dom Antônio Muniz Fernandes, no final do mês de fevereiro do corrente ano ele retorna a sua diocese de origem, em Propiá-SE.
*INCARDINAÇÃO: Termo jurídico canônico usado pela Igreja para exprimir o vínculo jurídico do sacerdote com a Arquidiocese."
Confira o vídeo:
Reprodução/Gazetaweb
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