Operação Fake Cards da DEIC prende organização criminosa acusada de estelionato
Uma operação policial, nominada Fake Cards, da DEIC conseguiu capturar uma organização criminosa especializada em estelionato. A operação ocorreu na manhã desta sexta-feira (01), em Maceió.
Foram presas seis pessoas identificadas como Miguel Alves Neto 44 anos, Vanilda Guerra Lima, 43 anos, Paulo Ferreira da Silva Filho, 27 anos, Eliel Nascimento Silva, 29 anos, Maria das Graças Fernandes Leal, 32 anos, e José Ferreira da Silva (matuto) 33 anos.
De acordo com informações do delegado Thiago Prado, da DEIC, o lider do grupo criminoso, identificado como Miguel Alves Neto, ligava para as vítimas alegando que era de uma operadora de cartão de crédito e informava que estava realizando a troca do objeto e que enviaria um novo para a residência do cliente. Ele solicitava que a vítima atualizasse a senha, e a vítima ingenuamente informava.
Após o contato inicial e com a senha da vítima em mãos, outro membro da organização criminosa se dirigia para a casa da vítima, entregava um cartão falso e recebia o cartão que a vítima considerava inválido. Para consumar o crime, os integrantes do grupo rapidamente iam em grandes lojas da cidade e efetuavam a compra de aparelhos celulares, que eram repassados para o sexto membro da quadrilha que vendia os telefones e repartia o dinhero entre o grupo.
De acordo com Thiago Padro, centenas de pessoas foram vítimas dessa quadrilha, uma vez que o líder do grupo confessou que cometia esse tipo de crime há dez anos.
Foram presas seis pessoas identificadas como Miguel Alves Neto 44 anos, Vanilda Guerra Lima, 43 anos, Paulo Ferreira da Silva Filho, 27 anos, Eliel Nascimento Silva, 29 anos, Maria das Graças Fernandes Leal, 32 anos, e José Ferreira da Silva (matuto) 33 anos.
De acordo com informações do delegado Thiago Prado, da DEIC, o lider do grupo criminoso, identificado como Miguel Alves Neto, ligava para as vítimas alegando que era de uma operadora de cartão de crédito e informava que estava realizando a troca do objeto e que enviaria um novo para a residência do cliente. Ele solicitava que a vítima atualizasse a senha, e a vítima ingenuamente informava.
Após o contato inicial e com a senha da vítima em mãos, outro membro da organização criminosa se dirigia para a casa da vítima, entregava um cartão falso e recebia o cartão que a vítima considerava inválido. Para consumar o crime, os integrantes do grupo rapidamente iam em grandes lojas da cidade e efetuavam a compra de aparelhos celulares, que eram repassados para o sexto membro da quadrilha que vendia os telefones e repartia o dinhero entre o grupo.
De acordo com Thiago Padro, centenas de pessoas foram vítimas dessa quadrilha, uma vez que o líder do grupo confessou que cometia esse tipo de crime há dez anos.

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