Brumadinho: sobe para 84 o número de corpos localizados
O número de vítimas fatais após o rompimento da barragem Mina do Feijão, em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, subiu para 84, segundo informou o coordenador da Defesa Civil de MG, major Flávio Godinho, na noite desta terça-feira (29). Conforme o porta-voz, 135 pessoas estão desabrigadas.
Há ainda 276 pessoas desaparecidas, enquanto 192 foram resgatadas com vida e 390 localizadas (244 são da Vale). A Polícia Civil de Minas informou que 42 mortos já foram identificados.
O porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, tenente Pedro Aihara, confirmou que nenhuma vítima foi encontrada com vida nesta terça. "A possibilidade de encontrar pessoas com vida é muito pequena [a partir de agora]", disse ele, relembrando ainda que desde sábado (26) que não são encontrados sobreviventes.
O presidente da Vale, Fabio Schvarstman, disse estar "consternado" com o rompimento da barragem da mineradora e afirmou que não conhece as causas da tragédia nem sua dimensão exata. A empresa disse que iria enviar R$ 100 mil para cada família afetada pelo rompimento, algo que chamou de "doação emergencial" e não tem relação com futuras indenizações.
Um gabinete de crise da tragédia em Brumadinho foi estruturado na Faculdade Asa, que fica a pouco mais de seis quilômetros do local do acidente.
Há ainda 276 pessoas desaparecidas, enquanto 192 foram resgatadas com vida e 390 localizadas (244 são da Vale). A Polícia Civil de Minas informou que 42 mortos já foram identificados.
O porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, tenente Pedro Aihara, confirmou que nenhuma vítima foi encontrada com vida nesta terça. "A possibilidade de encontrar pessoas com vida é muito pequena [a partir de agora]", disse ele, relembrando ainda que desde sábado (26) que não são encontrados sobreviventes.
O presidente da Vale, Fabio Schvarstman, disse estar "consternado" com o rompimento da barragem da mineradora e afirmou que não conhece as causas da tragédia nem sua dimensão exata. A empresa disse que iria enviar R$ 100 mil para cada família afetada pelo rompimento, algo que chamou de "doação emergencial" e não tem relação com futuras indenizações.
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