Adolescentes que vivem em abrigos serão contratados como aprendizes na Caixa
Adolescentes a partir de 16 anos, que vivem em abrigos espalhados pela capital, serão beneficiados com a parceria entre a Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi) e Caixa Econômica Federal, que empregarão menores em situação de vulnerabilidade social. A juíza Fátima Pirauá, titular da 28ª Vara da Infância e Juventude, classificou como primordial o convênio, uma vez que ele viabilizará a primeira experiência com carteira assinada.
“O acesso à profissionalização como menor aprendiz é um direito constitucional. O foco do Poder Judiciário é preparar esses jovens para o mercado de trabalho”, disse a magistrada.
De acordo com a programação, os aprendizes terão 20 dias para se especializarem na área administrativa para, assim, iniciarem os trabalhos em agências da Caixa. Após o período, o curso prossegue num dia específico na semana na Casa dos Conselhos.
Para a juíza, a possibilidade de ser contratado é bem maior havendo experiência. “As empresas, muitas vezes, não querem admitir um funcionário sem prática anterior. Tenho certeza que eles serão bem preparados e sairão prontos para o mercado de trabalho”, destacou.
O convênio foi assinado no último dia 9, na sede da secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh). Além da chefe da pasta, Maria Silva, estiveram presentes representantes do Renapsi e a coordenadora do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente (Fetipat), Nelma Nunes.
“O acesso à profissionalização como menor aprendiz é um direito constitucional. O foco do Poder Judiciário é preparar esses jovens para o mercado de trabalho”, disse a magistrada.
De acordo com a programação, os aprendizes terão 20 dias para se especializarem na área administrativa para, assim, iniciarem os trabalhos em agências da Caixa. Após o período, o curso prossegue num dia específico na semana na Casa dos Conselhos.
Para a juíza, a possibilidade de ser contratado é bem maior havendo experiência. “As empresas, muitas vezes, não querem admitir um funcionário sem prática anterior. Tenho certeza que eles serão bem preparados e sairão prontos para o mercado de trabalho”, destacou.
O convênio foi assinado no último dia 9, na sede da secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh). Além da chefe da pasta, Maria Silva, estiveram presentes representantes do Renapsi e a coordenadora do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente (Fetipat), Nelma Nunes.
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