Casal rebate responsabilidade sobre rachaduras no Pinheiro, em Maceió
Em entrevista à Gazetaweb, o presidente da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), Clécio Falcão, rebateu a denúncia, publicada na Gazeta de Alagoas deste fim de semana, que a perfuração de poços tenha causado rachaduras e afundamento no Pinheiro, em Maceió.
Ao mesmo tempo, o engenheiro civil afirma que sua equipe de trabalho não participou de uma reunião, oportunidade que teria sido discutida a responsabilidade de empresas, supostamente, como causadoras dos problemas no bairro.
"Entendemos que se deve fazer investigação, mas qualquer geólogo sabe que a possibilidade de um problema dessa magnitude ser causado por perfuração de poço de água é praticamente nula, porque se fosse assim todas as regiões e grandes cidades do Brasil teriam problema semelhante. O poço de água tem pequenas profundidades e são totalmente revestidos", afirma o Clécio Falcão.
Segundo o presidente da Casal, os poços são revestidos com tubos que não rompem facilmente. "Mesmo quando se perfura o poço e o poço deixa de dar resultado, continua lá revestido. Não tem como esse material ter um rompimento. Está totalmente descartada essa hipótese. Isso nunca aconteceu na história do Brasil, seria o primeiro caso", rebate.
Clécio Falcão acrescentou ainda que na região onde fica o Pinheiro, delimitada como área de risco, a Casal não tem nenhum poço em operação. "Por coincidência, não tenho nenhum poço na área de risco. Onde tem em grande quantidade é no Tabuleiro do Martins e no Benedito Bentes". Estão em operação em Maceió 180 poços tubulares profundos.
A edição da Gazeta de Alagoas do último fim de semana trouxe reportagem sobre a suposta responsabilidade das empresas Braskem - pela exploração de sal-gema e a Casal - em relação a rachaduras nos imóveis e afundamento de ruas e pisos no bairro.
Ao mesmo tempo, o engenheiro civil afirma que sua equipe de trabalho não participou de uma reunião, oportunidade que teria sido discutida a responsabilidade de empresas, supostamente, como causadoras dos problemas no bairro.
"Entendemos que se deve fazer investigação, mas qualquer geólogo sabe que a possibilidade de um problema dessa magnitude ser causado por perfuração de poço de água é praticamente nula, porque se fosse assim todas as regiões e grandes cidades do Brasil teriam problema semelhante. O poço de água tem pequenas profundidades e são totalmente revestidos", afirma o Clécio Falcão.
Segundo o presidente da Casal, os poços são revestidos com tubos que não rompem facilmente. "Mesmo quando se perfura o poço e o poço deixa de dar resultado, continua lá revestido. Não tem como esse material ter um rompimento. Está totalmente descartada essa hipótese. Isso nunca aconteceu na história do Brasil, seria o primeiro caso", rebate.
Clécio Falcão acrescentou ainda que na região onde fica o Pinheiro, delimitada como área de risco, a Casal não tem nenhum poço em operação. "Por coincidência, não tenho nenhum poço na área de risco. Onde tem em grande quantidade é no Tabuleiro do Martins e no Benedito Bentes". Estão em operação em Maceió 180 poços tubulares profundos.
A edição da Gazeta de Alagoas do último fim de semana trouxe reportagem sobre a suposta responsabilidade das empresas Braskem - pela exploração de sal-gema e a Casal - em relação a rachaduras nos imóveis e afundamento de ruas e pisos no bairro.
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