Dentista mente sobre agressões de ex-marido e é acusada de sequestro de menor
Na tarde de ontem, terça-feira (15), o advogado criminalista João Victor Almeida e Silva, de 27 anos, procurou a nossa redação para contar a sua versão do caso em que foi acusado pela ex-mulher, a dentista Mariana Gonzaga de Farias, 30 anos, de agressão.
João Victor contou que foi amasiado com Mariana durante três anos e deste relacionamento nasceu uma menina que hoje tem três anos. Há dois anos, o casal se separou e a menor ficou aos cuidados do pai, já que Mariana foi morar fora do país, no Paraguai.
Segundo João Victor, ficou combinado entre eles que quando Mariana estivesse em Arapiraca de férias, poderia passar uns dias com a filha. No dia 26 de dezembro de 2018, por volta das 11h50 da manhã, Mariana foi buscar a menor na casa do advogado, sem ter avisado previamente, porém, o pai da menina disse que a filha não iria com Mariana porque naquele dia participaria de uma confraternização da equipe de Jiu-Jitsu da qual a menor e o advogado fazem parte.
Ainda de acordo com João Victor, Mariana proferiu diversas palavras de baixo calão, instigando-o a agredi-la. “Mas isto não ocorreu”, garantiu o advogado. Segundo ele, Mariana foi até a delegacia especializada da cidade de Arapiraca e o acusou de agressão e ameaças, inclusive com a utilização de uma arma de fogo. Então, o advogado foi intimado a comparecer à delegacia no dia 03 de janeiro.
Quando João Victor tomou conhecimento da intimação, solicitou as imagens do circuito interno de segurança da AABB Arapiraca (Associação Atlética Banco do Brasil), que se localiza em frente a sua casa. De posse das imagens de tudo que aconteceu na porta da sua casa no dia em que Mariana foi buscar a menina, o advogado as entregou à autoridade policial competente, que pode comprovar que não houve agressão.
“Além de mentir e destorcer os fatos, Mariana registrou um Boletim de Ocorrência contra a minha pessoa, informando que queria apenas o documento, mas não desejava prosseguir com os procedimentos inquisitoriais, ou seja, quis o Boletim de Ocorrência apenas para o tornar público e tentar manchar a minha reputação como advogado criminalista”, destacou João Victor.
Segundo ele, no dia 27 de dezembro, a sua filha foi levada para passar as festas de fim de ano com Mariana. Porém, ficou combinado que, após as festividades, Mariana devolveria a menor para ficar aos cuidados do pai, que agora tem a guarda da filha.
João Victor contou que, nesse mesmo dia, Mariana enviou mensagens para o pai dele informando que levaria a filha para morar com ela, sem o consentimento do pai da menor.
Diante do sumiço de Mariana, levando consigo a menina, João Victor tomou todas as medidas judiciais e extrajudiciais para localizá-las. A alternativa mais apropriada foi buscar o auxílio da Justiça.
“Foi expedido um mandado de busca e apreensão com o objetivo de localizar a minha filha. O mandado foi cumprido com o auxílio da Polícia Militar, o oficial de justiça e uma equipe do Concelho Tutelar, mas não teve êxito, pois a família de Mariana não sabia do paradeiro dela”, relatou João Victor.
De acordo com ele, após diversas diligências policiais, a delegada responsável pelo caso pediu a prisão preventiva de Mariana por sequestro de menor e cárcere privado.
“Com a notícia da possível prisão, familiares da Mariana conseguiram localizá-la no estado do Maranhão, então, alguém foi até lá buscar a minha filha e a levaram para minha casa, 20 dias depois do sumiço”, ressaltou João Victor.
O advogado disse que sua filha voltou para casa na manhã de ontem, terça-feira (15). Ele enfatizou que o mandado de prisão contra Mariana continua vigorando.
João Victor contou que foi amasiado com Mariana durante três anos e deste relacionamento nasceu uma menina que hoje tem três anos. Há dois anos, o casal se separou e a menor ficou aos cuidados do pai, já que Mariana foi morar fora do país, no Paraguai.
Segundo João Victor, ficou combinado entre eles que quando Mariana estivesse em Arapiraca de férias, poderia passar uns dias com a filha. No dia 26 de dezembro de 2018, por volta das 11h50 da manhã, Mariana foi buscar a menor na casa do advogado, sem ter avisado previamente, porém, o pai da menina disse que a filha não iria com Mariana porque naquele dia participaria de uma confraternização da equipe de Jiu-Jitsu da qual a menor e o advogado fazem parte.
Ainda de acordo com João Victor, Mariana proferiu diversas palavras de baixo calão, instigando-o a agredi-la. “Mas isto não ocorreu”, garantiu o advogado. Segundo ele, Mariana foi até a delegacia especializada da cidade de Arapiraca e o acusou de agressão e ameaças, inclusive com a utilização de uma arma de fogo. Então, o advogado foi intimado a comparecer à delegacia no dia 03 de janeiro.
Quando João Victor tomou conhecimento da intimação, solicitou as imagens do circuito interno de segurança da AABB Arapiraca (Associação Atlética Banco do Brasil), que se localiza em frente a sua casa. De posse das imagens de tudo que aconteceu na porta da sua casa no dia em que Mariana foi buscar a menina, o advogado as entregou à autoridade policial competente, que pode comprovar que não houve agressão.
“Além de mentir e destorcer os fatos, Mariana registrou um Boletim de Ocorrência contra a minha pessoa, informando que queria apenas o documento, mas não desejava prosseguir com os procedimentos inquisitoriais, ou seja, quis o Boletim de Ocorrência apenas para o tornar público e tentar manchar a minha reputação como advogado criminalista”, destacou João Victor.
Segundo ele, no dia 27 de dezembro, a sua filha foi levada para passar as festas de fim de ano com Mariana. Porém, ficou combinado que, após as festividades, Mariana devolveria a menor para ficar aos cuidados do pai, que agora tem a guarda da filha.
João Victor contou que, nesse mesmo dia, Mariana enviou mensagens para o pai dele informando que levaria a filha para morar com ela, sem o consentimento do pai da menor.
Diante do sumiço de Mariana, levando consigo a menina, João Victor tomou todas as medidas judiciais e extrajudiciais para localizá-las. A alternativa mais apropriada foi buscar o auxílio da Justiça.
“Foi expedido um mandado de busca e apreensão com o objetivo de localizar a minha filha. O mandado foi cumprido com o auxílio da Polícia Militar, o oficial de justiça e uma equipe do Concelho Tutelar, mas não teve êxito, pois a família de Mariana não sabia do paradeiro dela”, relatou João Victor.
De acordo com ele, após diversas diligências policiais, a delegada responsável pelo caso pediu a prisão preventiva de Mariana por sequestro de menor e cárcere privado.
“Com a notícia da possível prisão, familiares da Mariana conseguiram localizá-la no estado do Maranhão, então, alguém foi até lá buscar a minha filha e a levaram para minha casa, 20 dias depois do sumiço”, ressaltou João Victor.
O advogado disse que sua filha voltou para casa na manhã de ontem, terça-feira (15). Ele enfatizou que o mandado de prisão contra Mariana continua vigorando.
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