63 concursados são lotados para trabalhar em unidades do Judiciário
Nesta sexta-feira (11), os 63 servidores recém-empossados no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) foram designados para os locais onde trabalharão no Judiciário estadual. A lotação, entretanto, é provisória, porque outros concursados serão empossados ainda neste primeiro trimestre, para que ocorra as designações definitivas.
O corregedor-geral de Justiça, desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza, destacou a importância de estabelecer diálogo com os servidores. “Eu gosto muito de dialogar com as pessoas, inclusive para saber quais são as sugestões que elas têm para melhorarmos os serviços que nós prestamos”, disse.
No início deste mês, a Escola Superior da Magistratura (Esmal) deu início à capacitação dos novos servidores, entre técnicos, analistas judiciários e oficiais de Justiça, com o objetivo de prepará-los para operacionalizar os sistemas utilizados nas unidades. Também foram ofertadas palestras de orientação sobre direitos e deveres.
O corregedor destacou que é imprescindível que os novos serventuários sejam capacitados e tenham familiaridade com as ferramentas digitais do Judiciário, para que façam um trabalho de excelência em seus postos de trabalho.
“Nós precisamos criar a cultura de colher informações pelo sistema digital do Judiciário, mas o principal problema está na alimentação. Se o servidor estiver preparado, ele vai fazer melhor. Nós da Corregedoria estaremos à disposição para defender melhorias de trabalho que atendam as necessidades do Judiciário como um todo”, ratificou.
O corregedor-geral de Justiça, desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza, destacou a importância de estabelecer diálogo com os servidores. “Eu gosto muito de dialogar com as pessoas, inclusive para saber quais são as sugestões que elas têm para melhorarmos os serviços que nós prestamos”, disse.
No início deste mês, a Escola Superior da Magistratura (Esmal) deu início à capacitação dos novos servidores, entre técnicos, analistas judiciários e oficiais de Justiça, com o objetivo de prepará-los para operacionalizar os sistemas utilizados nas unidades. Também foram ofertadas palestras de orientação sobre direitos e deveres.
O corregedor destacou que é imprescindível que os novos serventuários sejam capacitados e tenham familiaridade com as ferramentas digitais do Judiciário, para que façam um trabalho de excelência em seus postos de trabalho.
“Nós precisamos criar a cultura de colher informações pelo sistema digital do Judiciário, mas o principal problema está na alimentação. Se o servidor estiver preparado, ele vai fazer melhor. Nós da Corregedoria estaremos à disposição para defender melhorias de trabalho que atendam as necessidades do Judiciário como um todo”, ratificou.
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