Jovem mãe está há um ano e três meses aguardando transplante de coração em Maceió
A jovem Ana Karolina Gama de Moraes, 29 anos, está desde outubro de 2017 aguardando um transplante de coração. Ela foi internada logo após ter dado a luz, quando foi diagnosticada com um quadro grave de insuficiência cardíaca. A jovem está internada no Hospital do Coração, em Maceió.
A batalha da alagoana poderia ter sido vencida algumas vezes, pois já apareceram quatro corações compatíveis com ela, mas as famílias dos mortos, que não haviam se declarado doadores, não autorizavam a doação do órgão. Ela é uma das primeiras pessoas da fila para conseguir transplante.
O pior inimigo para a recuperação de Ana Carolina é a falta de informação sobre a importância da doação de órgãos, por isso a família da jovem está fazendo campanha de sensibilização, uma vez que o transplante de órgãos pode ser feito por doadores vivos ou mortos. “Entendemos a esperança dos familiares daquele ente que já teve a morte cerebral declarada (que ocorre quando o cérebro deixa de funcionar completamente, e por isto, a pessoa nunca irá se recuperar), mas acreditam que milagrosamente ele irá voltar à vida. Entendam: o milagre da vida é justamente seu ente continuar vivo em outro. POR ISSO, DOE”, disse Alyne Gama.
Atualmente mais de 80% dos transplantes são realizados com sucesso, mas no caso do coração, a doação só ocorre após confirmação de morte cerebral.
Hoje, Ana Karolina sofre de miocardiopatia periparto, doença idiopática, de ocorrência relativamente rara e associada com disfunção cardíaca grave. O quadro da jovem piorou nas últimas semanas.
A batalha da alagoana poderia ter sido vencida algumas vezes, pois já apareceram quatro corações compatíveis com ela, mas as famílias dos mortos, que não haviam se declarado doadores, não autorizavam a doação do órgão. Ela é uma das primeiras pessoas da fila para conseguir transplante.
O pior inimigo para a recuperação de Ana Carolina é a falta de informação sobre a importância da doação de órgãos, por isso a família da jovem está fazendo campanha de sensibilização, uma vez que o transplante de órgãos pode ser feito por doadores vivos ou mortos. “Entendemos a esperança dos familiares daquele ente que já teve a morte cerebral declarada (que ocorre quando o cérebro deixa de funcionar completamente, e por isto, a pessoa nunca irá se recuperar), mas acreditam que milagrosamente ele irá voltar à vida. Entendam: o milagre da vida é justamente seu ente continuar vivo em outro. POR ISSO, DOE”, disse Alyne Gama.
Atualmente mais de 80% dos transplantes são realizados com sucesso, mas no caso do coração, a doação só ocorre após confirmação de morte cerebral.
Hoje, Ana Karolina sofre de miocardiopatia periparto, doença idiopática, de ocorrência relativamente rara e associada com disfunção cardíaca grave. O quadro da jovem piorou nas últimas semanas.
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