Durante viagens do feriadão, passageiros denunciam superlotação em transportes alternativos
Pessoas que fazem uso do transporte alternativo complementar denunciaram, neste sábado (29), que muitas vans que buscam passageiros na rotatória da Polícia Rodoviária Federal, em Maceió, estão viajando superlotadas e transportando pessoas sem o mínimo de segurança.
Em denúncia ao Portal Já É Notícia, um passageiro, que preferiu não se identificar, informou que condutores das vans estavam oferecendo pufes para as pessoas sentarem e que crianças e adultos estavam viajando sem cintos de segurança. “Além disso, alguns motoristas de Colônia Leopoldina saem daqui com a capacidade normal de passageiros, mas no caminho topam até o teto de gente”, denunciou.
O passageiro afirma também que algumas pessoas desistiram de fazer a viagem, devido a superlotação. "As vans não possuem climatizadores de ar e nem cinto. Muita gente viajou no apertado, correndo sérios riscos de acidente", completou o denunciante.
De acordo com a assessoria da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagoas (Arsal), durante os períodos festivos, incluindo estas festas de fim de ano, a Agência realiza fiscalizações frequentes, em pontos físicos e pontos volantes, para inibir exatamente o transporte irregular de passageiros e a superlotação.
Os passageiros podem realizar denúncias através do número 08002840429, que atende de segunda a sexta-feira, ou pelo site: www.arsal.al.gov.br, na ouvidoria da Arsal.
"Já realizamos apreensões de pufes e os condutores de vans sabem que esse tipo de ação é proibida. Inclusive, em períodos festivos a Arsal permite que seja aumentada a frota de vans, já para não ocorrer superlotação nos veículos. A gente pede que os passageiros não andem em veículos superlotados e que denunciem junto a Arsal", explicou a assessoria.
A arsal ressalta que a superlotação é um risco para os passageiros e ainda pode trazer prejuízo financeiro. "Quando flagramos situações de superlotação, autuamos os condutores de vans e retiramos a quantidade excedente de passageiros, e eles perdem o dinheiro da passagem que pagaram nas vans", completou.
Em denúncia ao Portal Já É Notícia, um passageiro, que preferiu não se identificar, informou que condutores das vans estavam oferecendo pufes para as pessoas sentarem e que crianças e adultos estavam viajando sem cintos de segurança. “Além disso, alguns motoristas de Colônia Leopoldina saem daqui com a capacidade normal de passageiros, mas no caminho topam até o teto de gente”, denunciou.
O passageiro afirma também que algumas pessoas desistiram de fazer a viagem, devido a superlotação. "As vans não possuem climatizadores de ar e nem cinto. Muita gente viajou no apertado, correndo sérios riscos de acidente", completou o denunciante.
De acordo com a assessoria da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagoas (Arsal), durante os períodos festivos, incluindo estas festas de fim de ano, a Agência realiza fiscalizações frequentes, em pontos físicos e pontos volantes, para inibir exatamente o transporte irregular de passageiros e a superlotação.
Os passageiros podem realizar denúncias através do número 08002840429, que atende de segunda a sexta-feira, ou pelo site: www.arsal.al.gov.br, na ouvidoria da Arsal.
"Já realizamos apreensões de pufes e os condutores de vans sabem que esse tipo de ação é proibida. Inclusive, em períodos festivos a Arsal permite que seja aumentada a frota de vans, já para não ocorrer superlotação nos veículos. A gente pede que os passageiros não andem em veículos superlotados e que denunciem junto a Arsal", explicou a assessoria.
A arsal ressalta que a superlotação é um risco para os passageiros e ainda pode trazer prejuízo financeiro. "Quando flagramos situações de superlotação, autuamos os condutores de vans e retiramos a quantidade excedente de passageiros, e eles perdem o dinheiro da passagem que pagaram nas vans", completou.
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