Mulher fica soterrada em deslizamento de terras em Maceió
Uma mulher está soterrada após um deslizamento de terras no bairro Bebedouro, em Maceió. O deslizamento ocorreu durante a madrugada deste sábado (22), provocado por um vazamento de água.
A vítima foi identificada como Elida de Mendonça, 49 anos, ela ainda chegou a gritar por socorro, mas os gritos cessaram e não há informações se a mulher ainda está com vida. O Corpo de Bombeiros, juntamente com cães farejadores está no local.
“Uma vizinha acordou a gente para avisar que um cano estava vazando em cima da barreira. Eu e minha esposa levantamos e ficamos olhando a área, até que ela pegou uma escada e apoiou no muro. A vizinha gritou que a barreira ia ‘arriar’, e ela deslizou por cima da minha esposa”, relata Edmilson de Mendonça, esposo da vítima.
Os bombeiros estão usando água para tentar amolecer o barro, para facilitar a ação. “A gente está retirando o barro que soterrou a vítima. O trabalho é difícil, porque é terra molhada. Usamos cães farejadores que já localizaram a mulher, e só sairemos quando a tirarmos de lá”, informou o capitão Salvador. Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, há uma risco da barreira ceder mais.
Segundo a CASAL, o deslizamento da barreira não foi provocado por nenhum rompimento de tubulação de água potável, mas sim pela situação da drenagem do local, que não compete à Casal. E que o deslocamento do solo causou um pequeno rompimento de um cano de 60 milímetros da Companhia. Imediatamente após o rompimento do cano, o registro foi desligado, causando desabastecimento para os moradores e cessando o vazamento. Os reparos na tubulação serão realizados neste sábado para restabelecer o abastecimento.
A Defesa Civil Municipal também foi acionada. O coordenador, Dinário Lemos, explicou que o órgão vai investigar as causas do acidente, mas que aquela área é de vulnerabilidade a esse tipo de ocorrência.
"Precisamos verificar o fato ocorrido. Toda essa área é vulnerável, já que é encosta, Área de Proteção Ambiental [APP]. Essas habitações que estão vulneráveis na área de risco estão sujeitas. Tem ainda essas engenharias de tubulação, corte de barreira sem a menor instrução. Os moradores ficam vulneráveis", afirmou.
A vítima foi identificada como Elida de Mendonça, 49 anos, ela ainda chegou a gritar por socorro, mas os gritos cessaram e não há informações se a mulher ainda está com vida. O Corpo de Bombeiros, juntamente com cães farejadores está no local.
“Uma vizinha acordou a gente para avisar que um cano estava vazando em cima da barreira. Eu e minha esposa levantamos e ficamos olhando a área, até que ela pegou uma escada e apoiou no muro. A vizinha gritou que a barreira ia ‘arriar’, e ela deslizou por cima da minha esposa”, relata Edmilson de Mendonça, esposo da vítima.
Os bombeiros estão usando água para tentar amolecer o barro, para facilitar a ação. “A gente está retirando o barro que soterrou a vítima. O trabalho é difícil, porque é terra molhada. Usamos cães farejadores que já localizaram a mulher, e só sairemos quando a tirarmos de lá”, informou o capitão Salvador. Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, há uma risco da barreira ceder mais.
Segundo a CASAL, o deslizamento da barreira não foi provocado por nenhum rompimento de tubulação de água potável, mas sim pela situação da drenagem do local, que não compete à Casal. E que o deslocamento do solo causou um pequeno rompimento de um cano de 60 milímetros da Companhia. Imediatamente após o rompimento do cano, o registro foi desligado, causando desabastecimento para os moradores e cessando o vazamento. Os reparos na tubulação serão realizados neste sábado para restabelecer o abastecimento.
A Defesa Civil Municipal também foi acionada. O coordenador, Dinário Lemos, explicou que o órgão vai investigar as causas do acidente, mas que aquela área é de vulnerabilidade a esse tipo de ocorrência.
"Precisamos verificar o fato ocorrido. Toda essa área é vulnerável, já que é encosta, Área de Proteção Ambiental [APP]. Essas habitações que estão vulneráveis na área de risco estão sujeitas. Tem ainda essas engenharias de tubulação, corte de barreira sem a menor instrução. Os moradores ficam vulneráveis", afirmou.
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